Carta aberta às mães e pais

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Posted on 14th abril 2011 by Roberto in Cartas

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Grandpa
Creative Commons License photo credit: conorwithonen

Que futuro terão nossos filhos?

Aproveitamos o sentimento de indignação e tristeza que nos abalou nos últimos dias para convoca-los para uma mobilização pelo futuro das nossas crianças. A tragédia absurda ocorrida na escola em Realengo (Rio de Janeiro) é resultado de uma estrutura complexa que tem regido nossa vida em sociedade. O problema vai muito além de um sujeito qualquer decidir invadir uma escola e atirar em crianças. Armas não nascem em árvores.
A coisa está feia: choramos por essas crianças, mas não podemos nos deixar abater pelo medo, nem nos submeter aos valores deturpados que têm regido nossa sociedade propiciando esse tipo de crime. Não vamos apenas chorar e reclamar: vamos assumir nossa responsabilidade, refletir, trocar ideias e compartilhar planos de ação por um futuro melhor. Então, mães e pais, como realizar uma revolução que seja capaz de mudar esses valores sociais inadequados?

Vamos agir, fazer barulho, promover mudanças! Acreditamos na mudança a longo prazo. Precisamos começar a investir nas novas gerações: a esperança está na infância. Vamos fazer nossa parte: ensinar nossos filhos pra que façam a deles.

Se desejamos alcançar uma paz real no mundo,
temos de começar pelas crianças. Gandhi

O que estamos fazendo com a infância de nossas crianças?

Com frequência pais e mães passam o dia longe dos filhos porque precisam trabalhar para manter a dinâmica do consumo desenfreado. Terceirizam os cuidados e a educação deles a pessoas cujos valores pessoais pensam conhecer e que não são os valores familiares. Acabamos dedicando pouco tempo de qualidade, quando eles mais precisam da convivência familiar. Assim, como é possível orientar, entender, detectar e reverter tanta influência externa a que estão expostos na nossa longa ausência? Estamos educando ou estamos nos enganando?
O que vemos hoje são crianças massacradas e hiperestimuladas a serem adultos competitivos desde a pré-escola. Estão constantemente expostos à padronização, competição, preconceito, discriminação, humilhação, bullying, violência, erotização precoce, consumo desenfreado, culto ao corpo, etc.

O estímulo ao consumo desenfreado é uma das maiores causas da insatisfação compulsiva de nossa sociedade e de tantos casos de depressão e episódios de violência. Daí o desejo de consumo ser a maior causa de crime entre jovens. O ter superou o ser. Isso porque a aparência é mais importante do que o caráter. Precisamos ensinar nossos filhos que a felicidade não está no que possuímos, mas no que somos. Afinal, somos o exemplo e eles repetem tudo o que fazemos e o modo como nos comportamos. E o que ensinamos a nossos filhos sobre o consumo? Como nos comportamos como consumidores? Onde levamos nossos filhos para passear com mais frequência? Em shoppings?

Quanto tempo nossos filhos passam na frente da TV? 10 desenhos por dia são 5 horas em frente à TV sentados, sem se movimentar, sem se exercitar, sendo bombardeados por mensagens nem sempre educativas e por publicidade mentirosa que incentiva o consumo desde cedo, inclusive de alimentos nada saudáveis. Mais tempo do que passam na escola ou mesmo conosco que somos seus pais!

Porque os brinquedos voltados para os meninos são geralmente incentivadores do comportamento violento como armas, guerras, monstros, luta? A masculinidade devia ser representada pela violência? Será que isso não contribui para a banalização da violência desde a infância? Quando o atirador entrou na escola com armas em punho, as crianças acharam que ele estava brincando.

Nós cidadãos precisamos apoiar ações em que acreditamos e cobrar do Estado sua implementação, como o controle de armas, segurança nas escolas, mudança na legislação penal, etc. Mas acima de qualquer coisa precisamos de pessoas melhores. Isso inclui educação formal e apoio emocional desde a infância. É hora de pensar nos filhos que queremos deixar para o mundo, para que eles possam começar a vida fazendo seu melhor. Criança precisa brincar para se desenvolver de forma sadia. É na brincadeira que elas se descobrem como indivíduos e aprendem a se relacionar com o mundo.

Nós pais precisamos dedicar mais tempo de convivência com nossos filhos e estar atentos aos sinais que mostram se estão indo bem ou não. Colocamos os filhos no mundo e somos responsáveis por eles! Eles precisam se sentir amados e amparados. Vamos orientá-los para que eles sejam médicos por amor não por status, que sejam políticos para melhorar a sociedade não por poder, funcionários públicos por competência e não pela estabilidade, juízes justos, advogados e jornalistas comprometidos com a verdade e a ética, enfim!

Precisamos cobrar mais responsabilidade das escolas que precisam se preocupar mais em educar de verdade e para um futuro de paz. Chega de escolas que tratam alunos como clientes.

Não temos mais tempo a perder. Ou todos nós, cedo ou tarde, faremos parte da estatística da violência. Convidamos todos a começar hoje. Sabemos que não é fácil. E alguma coisa nessa vida é? Vamos olhar com mais atenção para nossos filhos, vamos ser pais mais presentes, vamos cobrar mais da sociedade que nos ajude a preparar crianças melhores para um mundo melhor! Nossa proposta aqui é de união e ação para promover uma verdadeira mudança social. A mudança do medo para o AMOR, do individualismo para a FRATERNIDADE e para a EMPATIA, da violência para a GENTILEZA e a PAZ.

Ana Cláudia Bessa www.futurodopresente.com.br
Cristiane Iannacconi www.ciclicca.blogspot.com
Letícia Dawahri
Luciana Ivanike www.lucianaivanike.blogspot.com
Monique Futscher www.mimirabolantes.blogspot.com
Renata Matteoni www.rematteoni.wordpress.com

Marco Feliciano, você brincou com o homem errado…

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Posted on 19th fevereiro 2010 by Roberto in Opinião

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Acerca do seguinte vídeo e texto: Marco Feliciano e sua infelicidade contra a verdade!…

Realmente eu creio, sem arrogância, que algumas pessoas confiam tanto na minha discrição em relação ao montante do que sei, do que me dizem, do que fico sabendo, etc, que, em razão disso, são capazes de mentir em rede nacional de televisão, na certeza de que eu ouvirei, e, quem sabe, por não ter sido achincalhado, mas apenas feito “vítima digna da visita de um ‘grande homem de Deus’”[de fato um menino] — nada diga ou até ache que fui bem tratado…

Para mim nada tem a ver com ser bem ou maltratado… Já passei dessa faz muito tempo…

Não! O que digo tem apenas a ver com tirar as calças de um moleque e dar umas palmadas nele…

Menino sonso esse Infeliciano!…

De fato, o que o Marco Feliciano, um jovem cruzadeiro vestido de Elvis da Assembléia de Deus, fez na televisão [...] adveio de ele achar que eu me sentiria honrado em que ele falasse sobre mim como “um ser triste a abandonado”, vivendo num exílio de infelicidade [...]; à contra-gosto… — para, então, logo depois, fazer uma declaração piedosa de que quantos irmãos são sugados e depois abandonados…

Sim, Feliano teve a infelicianidade de mentir sobre um homem que é homem; e que ele não teve ainda a chance de conhecer de verdade…

Mentiu.. Sim, tanto no que já disse no outro texto que hoje escrevi sobre o assunto, como, também, mentiu horrivelmente quanto a ter ficado calado; pois, de cara, o que ele fez foi chorar suas dores por ter sido traído pelo Jabes, que, por influencia do Silas [...], segundo ele, o odeia [...]; e, portanto, obrigou o Jabes, por ciúmes que o Silas tem do Feliciano [segundo ele], a tirar o jovem Elvis de seu culto de poder realizado na “Igreja do Jabes”… [às segundas-feiras, segundo o Feliciano]…

E prosseguiu falando de como o Silas queria pegá-lo de qualquer modo [...], de como havia “comprado uma menina do interior para declarar que tinha um caso com ele”, Feliciano; e de como ele teve que levar um “irmão da Policia” com ele [...] para uma reunião com o Jabes no escritório do Jabes; quando, depois de ser ameaçado e declarado acabado pelo Jabes, o dito irmão da Polícia pediu licença, e mostrou um dossiê contra o Jabes, acerca de muitas coisas; o que teria feito o Jabes ficar pálido e quieto…

Troca de “poder” essa [...] que teria “acalmado” o Jabes contra ele, Infeliciano…

Mas não acalmou ao Silas; que continuava tramando contra ele; embora ele, Feliciano, também tivesse suas cartas nas mangas…

Isso contado com cara de nojo, de repudio, com voz de piedade, etc…

Foi depois disso que falei, dizendo que estar nesse meio é escolher viver o anti-evangelho; e exortei-o a não perder tempo estragando e adoecendo a alma nesse covil de salteadores… E falei muito mais… E em mim ele não viu saudade de nada, mas a veemência dos libertos…

Posteriormente cheguei a dizer à minha mulher que julgava que havia sido muito veemente com ele; pois, de fato, o que vi aqui foi apenas um menino perdido no narcisismo do ministério, amando a glória das multidões mais do que a qualquer coisa; que é vaidoso do cabelo engomado ao sapato brilhoso; que tem prazer em seduzir e em se insinuar; que está longe de ser um homem sério; sendo, no máximo, um aspirante a Malafaia Meloso…

O que essa moçada vai ter que aprender é que com fariseu Jesus usava termos como hipócritas, sepulturas invisíveis, sepulcros caiados, copos lavados por fora e sujos por dentro, sepulturas cheias de corpos putrefatos, etc…

Ora, eu não tenho porque não ser discípulo de Jesus também neste aspecto…

Não sei como o Feliciano não morre de vergonha daquele secretario que anda com ele, que ouve tudo, que sabe de tudo, e, depois, tem que fazer de conta que aquela piedade de Elvis ungido [...] é verdadeira… Coitada da alma desse secretário!… Tornar-se-á cínico ao extremo…

O que o Feliciano levou aqui foi bordoada na cabeça; sem pudor; sem conversa fiada…

E foi ele quem pediu para vir [...].

Havia sido por dois ou três amigos que estão ainda no mercado gospel, e que conhecem muito bem o Feliciano, em coisas muito intimas, que eu ouvira acerca dele; sim, pois eles me falaram antes [...] lamentando o caminho de alma por ele tomado… [ ele nem sonha que seus amigos confiam mais em mim no que nele; daí o que ele me contou eu já estar sabendo ... e muito mais...].

Um tempo depois o secretário dele ligou pedindo um encontro… Lembro inclusive quem deu meu número para ele… E que “intercedeu” para que eu o recebesse…

O Marcos tem que saber que…

Quando ele visitar um homem com a minha liberdade em Jesus, ele, o Infeliciano, tem que ficar calado…

Não! Ele apanhou…; chorou; confessou; sofreu; disse querer o meu caminho de fé; me beijou com a reverencia de um filho; pediu para voltar; se foi…

Depois começo a receber e-mails de gente querendo saber o que o Feliciano tinha vindo fazer aqui…

Eu, de minha parte, nada disse; nem para os Mentores do Caminho que me perguntaram… Era uma visita do moço e ninguém tinha que ter curiosidade… Coisa normal… Recebo muita gente… De Esotéricos ao Infelicano…

Mas não… Como ele estava “inseguro” [havia a ameaça de outras denuncias sexuais aparecerem “por inspiração do Silas”], chegou em casa e tascou foto da visita dele à minha casa… Usou como quis…

Entretanto, quando o “perigo” acabou pela nova associação do Infeliciano na Assembléia de Deus [ele pensa que eu não sei em que mão ele como agora...], então, como o novo patrono não gosta também de mim, e como isso cria muitas perguntas para ele [...], não podendo negar as coisas [...], ele as maquia, as altera de leve, omite tudo, fica “calado apenas ouvindo as dores de uma alma vitimada”, etc…

Quer me visitar [...], me visite; pois, havendo tempo, recebo a todos sem exceção… Mas não tente me usar… Não! Jamais!… Seria uma burrice Infeliciana…

Afinal, ele faz aquela média usando piedosamente o meu nome, como se eu mendigasse os afagos falsos de gente viciada na Máfia e seus códigos de Fraternidade diabólica, julgando assim que eu ficaria calado, honrado por não ter sido chamado de “adúltero”, no mínimo; ou de outras coisas…

Garoto! Acorde!

Vá brincar com o nome de outro…

Amanhã mais gente ponderará o que digo agora [...] do que sobre a sua mentirinha de evangelista contada por você na Rede TV.

E mais, garoto: quando você quiser aparecer para conversar comigo, será “ao vivo” na Vem e Vê TV, pois, assim, todos verão como você chega, fica e sai…

Feliciano: Para você começa aqui o ensino acerca da diferença entre Meninos e Homens!

Em Nome de Quem não mente, e enfrentando aquele que é mentiroso e pai da mentira, e seus filhotes melosos,

Caio

29 de novembro de 2009

Lago Norte

Brasília

DF

Big Brother e as novas doenças da alma

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Posted on 8th fevereiro 2010 by Roberto in Uncategorized

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USSR or USA?
Creative Commons License photo credit: ford

—–Original Message—–
From: BIG BROTHER E AS NOVAS DOENÇAS DA ALMA
Sent: quinta-feira, 18 de março de 2004 11:47
To: contato@caiofabio.com
Subject: OS DEMÔNIOS DA ANGUSTIA

Mensagem:

Querido Caio, você tem significado para mim.

Gostaria de saber o que vc pensa a respeito desses aspectos.

Há algum tempo algumas coisas têm me incomodado e dentre elas, o que se segue abaixo.
Estive refletindo e talvez também tenha viajado ou “escorregado na maionese”, mas é o que penso.

Estou convencido de que deve existir um fascínio muito grande em viajar nas telenovelas e nos reality shows. Não o mesmo fascínio que nos impulsionam a assistir aos filmes de dramas e sofrimentos repetidas vezes.

Alimentamos nossa memória toda vez que assistimos a uma história sobre o holocausto, por exemplo. Temos a necessidade de lembrar todo aquele horror de maneira a não ficarmos anestesiados com o passar do tempo?

Quanto a despender tempo vendo as relações humanas sobre uma ótica altamente estereotipada das telenovelas, acredito que vemos muitas vezes nos personagens, comportamentos que sabemos deveriam ser nossos, ou melhor, poderiam ser nossos.

Porém nem todos externam tais comportamentos em virtude da força reprimida que habita em algum lugar (corpo, alma…).

Há até pessoas que torcem para que as vinganças e traições aconteçam, para que o golpe seja realmente aplicado.

Não quero aqui ser inconveniente e afirmar que esse fascínio é incompreensível, ou que seja “pecado” assistir a novelas ou filmes.

Só não esperem que eu concorde com as pessoas que perdem seu precioso tempo, assistindo as telenovelas e BBB(s) da vida.

As relações no campo real valem mais que um choro por uma ficção.

Dê uma olhada para alguém que está perto… Será que você pode esquecer a sua novela para escutar ou ficar em silêncio com alguém que tem a imagem e semelhança de Deus (Aquele que não faz da vida um faz de conta) ?

Um abraço, meu Pastor

Kailon Meirk
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Resposta:

Meu amado irmão: Paz!

Não tenho o que lhe dizer sobre o assunto, pois concordo com o que você disse, especialmente no que concerne ao Big Brother.

Quanto às novelas, de fato a maioria vê porque a vida é uma droga. E quem gosta de miséria é intelectual, como diria o Joãozinho Trinta.

Prova disso é pobre só gosta de ver novelas com gente rica e muito bonita.

Novela de pobre pode granjear muita audiência entre os intelectuais, mas as populações pobres têm o Reality Shows “dos vera”, rolando ao lado deles todos os dias. Assim, para as populações de baixa renda, tanto uma coisa quanto a outra são escapes, visto que o mundo deles nunca é virtual.

Mas o Big Brother é muita feiúra.
A realidade passa longe daquela casa de palhaços performáticos.
Não consigo ver nem por segundos.

Até o Bial ficou com a cara daquela enfermidade televisiva.

Minha especulação negativa é a seguinte: será que um dia haverá de ser diversão ser Visto Pelo Grande Irmão?

Um dia haverá um cara, à frente de um sistema, que Olhará a todos.

Pode até ser que alguns se candidatem a carregar um transmissor no pulso ou na testa a fim de ficarem no ar o dia todo, 24 horas por dia.

Pode ser que aquilo que a gente percebe como “controle”, na leitura do Apocalipse, comece como diversão e segurança contra violência. Uma vez que a tecnologia se popularize, os demais serviços chegam com a devida sutileza, até que todos estejam “dentro da gaiola virtual”.

O que hoje já decorre desse ensaio já tem muitas variáveis, tanto sociais, como psicológicas, e espirituais.

A mente está se condicionando a não mais ver o Real na vida, mas sim pela via de seu estelionato performatizado: os Reality Shows.

Novas disfunções e distúrbios psicológicos nascerão daí.

Assim como muitos distúrbios já nasceram do uso sexualmente obsessivo, compulsivo ou aditivo que a Internet pode propiciar.

O Apocalipse, no cap. 9, nos informa acerca de uma invasão de demônios que haverá na terra, e que serão multifacetados.

Carregam em si aquilo que se associa ao mais grotesco, e também ao que pode se relacionar ao mais sedutor e fascinante: os cabelos de uma mulher.

Mas o resultado é que o veneno desses seres espirituais, que não estão disponíveis aos sentidos humanos, faz a alma desejar ardentemente a morte, mas sem o poder de realizá-la.

As pessoas querem morrer, mas não conseguem da termo à vida.

Então, a existência vira puro desespero.

Aliás, o pior desespero.

Sim, trata-se daquele desespero dos que conheceram algo pior do que a morte: a existência como angustia.

Quando a pior coisa que se conhece na vida é a morte, quer-se viver; mas quando a pior coisa que se conhece na existência é a vida, nesse dia, quer-se muito morrer.

O que está acontecendo é que o planeta está cada vez mais possesso de pulsões de morte, e elas, haverão de buscar alívio em tudo, especialmente em todas as formas de evasão da realidade.

O próximo passo é que os homens desmaiarão de terror pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo.

O Big Brother de hoje é o pirulito o Big Brother de amanhã.

Hoje a gente ri dos palhaços.
Um dia os palhaços seremos todos nós.

Fico com meus bichos no Discovery e no National.

Até os extintos Dinossauros são mais reais que os atores do Big Brother.

Receba meu abraço.

Caio

www.caiofabio.com