Como Deus quer salvar a todos e escolhe alguns?

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Posted on 11th março 2010 by Roberto in Cartas

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It is Finished

Pastor Caio !


Esses versos abaixo me angustiam muito,  pois se Deus predestinou ou elegeu alguns para salvação e outros para perdição, por que ele quer que todos os homens sejam salvos??

ITm 2:4 Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade.


ITm 2:6 O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo.

Aguardo seu retorno.

Idevaldo.

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Resposta:


Meu amigo Idevaldo: Graça e Paz!



Leia aqui no site os textos “O que vem antes: a criação ou a redenção”, e também os que o seguem: “Criação ou Redenção: você me confundiu todo” — e você entenderá um pouco melhor o tema em questão, pois assim não tenho repetir o que já está escrito com fartura no site.


Além dos textos mencionados, há dezenas de outros sobre o mesmo tema. Portanto, leia o site e você me poupará de escrever dezenas de coisas que já estão escritas, e nos termos de sua questão e angustia.


Isto dito, e supondo que você lerá o textos mencionados, bem como tudo o mais sobre a Ordem de Melquizedeque, e sobre a Eterna Cruz: o Cordeiro imolado antes da fundação do mundo, não direi muita coisa sobre seus dois textos de aflição.


Portanto, não me queira mal, mas é que não posso escrever um site novo para quem vai chegando e não lê os milhares de textos que estão aí. Do contrário, nem em mil vidas eu conseguiria cumprir tal missão.


Ora, os textos significam exatamente o que eles dizem. E não são apenas esses dois que dizem isto, mas muitos outros.


E, para quem ama, qualquer que seja a promessa de misericórdia de Deus por todos os homens (mas especialmente dos fiéis), tal fato só deveria trazer alegria, e nunca angustia.


Portanto, eis minha questão para você:


Você está em crise porque se pergunta: De que me serve ser de Deus e serví-Lo, se Ele pode simplesmente fazer o que Ele bem quiser, e salvar a tantos quanto desejar?


Ou seja: essa é angustia de quem serve a Deus por medo, e não por amor. Pois quem serve a Deus por medo é que se assusta quando pensa que sua “obediência temerosa” pode não ser o elemento essencial da salvação, e, portanto, fica confuso e meio angustiado, e mais que isto: fica se perguntando: Por que eu tenho que andar com Deus se quem não anda pode, quem sabe, chegar ao mesmo lugar?


Assim, sua aflição me diz o seguinte de você:


Se você ficasse sabendo que todos serão salvos, possivelmente você cairia na gandaia!


Do contrário, nada disso o afligiria, ainda que você esconda a real razão atrás de uma dúvida teológica.


Se eu estiver errado, me perdoe!


Mas é que em geral é assim que acontece!


Leia o site e isto não só o ajudará, mas me poupa de escrever o que já está dito!


Segue um texto que também passa pela sua questão. Porém, não deixe de ler os acima mencionados.


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Hoje, dia 20, no Fantástico, um menino que fez parte do documentário “Facão”, disse o seguinte: “Essa vida é um bagulho difícil”. Certamente ele, nos seus 17 anos, já havia internalizado, pela via da catástrofe na favela e da orfandade paterna, o que Sidarta teve que conhecer buscando. Esse menino, não; ele foi buscado pela dor; e já começa do fato dele viver onde vive, e nas condições de existência e convício aos quais ele é submetido à revelia desde sempre.


A conclusão do menino da favela e do tráfico de que essa vida é um bagulho difícil, coincide com a conclusão filosófica e religiosa de todos os pensadores e de todos os credos da Terra.


“No mundo tereis aflições”…. “Essa vida é um bagulho difícil”… “Viver é sofrer…” “… é vaidade e correr atrás do vento…”… “O existir humano é desespero…”…. “A existência é nausea”— todos dizendo a mesma coisa acerca do diagnóstico da existência.


A questão é: por quê a vida tem que ser esse bagulho tão difícil?


À cuja questão, eu coloco as minha próprias:


Como seria possível haver o desenvolvimento da consciência sem dor e contradição?


E que tipo diferenciado de consciência é essa, que apenas a conhece esse ente humano, que é animal-instintual ao mesmo tempo em que carrega todos os desejos da eternidade em si mesmo?


Seria ela, a consciência, passível de desenvolvimento sem dor, num ser que já é em si sofrimento e tensão entre o tempo e a eternidade, entre o finito e o infinito, entre o visível e material e o invisível e espiritual?


Ou seja: eternizados num Éden sem tentação, quem seríamos nós?


O que sei é que se olhássemos com nossos olhos-morais-de-hoje, lá para trás…; sim, se nos fosse possível adentrar os portões do Éden, antes da Queda, e ver Adão e Eva no Paraíso, que cenas nós veríamos? E como as veríamos e as julgaríamos?


Minha certeza é que elas, embora sejam nosso desejo terreno mais profundo, certamente não eram para ser comparadas com o que nos foi dado, apesar da Queda, visto que é indubitável que o Segundo Adão, Jesus, é maior do que o Primeiro Adão; assim como a Graça e excelentemente superior à Lei; assim como o menor no Reino de Deus é ainda maior do que o maior de todos “antes”: João Batista.


O que aconteceu no Éden, para mim, faz parte de mais um dos paradoxos e até inexplicáveis contradições da Escritura. Sim, porque se de um lado o que lá havia era “muito bom”; o que se diz que o Segundo Adão fez, depois da Queda, é de uma dimensão que não é para comparar com a Primeira; assim como é tolo tentar comparar a glória de Moisés com a de Cristo, posto Moisés cobria a face em razão do desvanecer, e Jesus deixava o rosto para fora em razão de Seu resplandecer.


Ora, como creio na Escritura e em sua revelação, e, sobretudo, creio que Jesus é quem mostrou e disse ser, não me é possível deixar de ver que a Queda é também um acontecimento “para cima”, a menos que haja um outro meio de formar consciência fora do choque das contradições, e conforme a existência a que nos pusemos submetidos, por escolha própria, porém, ainda conforme a soberania de Deus; a qual é tão soberana e sutil, que nos deixa livres enquanto trabalha usando os próprios atos livres do humanos, a fim de esculpir o Homem no homem.


Se o Cordeiro foi imolado antes de tudo, então, não há como a Queda não ser vista e entendida como “contradição essencial e necessária” ao processo da formação da consciência. Posto que ela mesma, a consciência ainda não existente, já havia recebido a provisão do Cordeiro. Razão pela qual, após a Queda, os humanos são imediatamente cobertos por Deus com peles de animais; os quais morreram para cobrir os humanos; do mesmo modo como a Cruz de Jesus foi a Cunsumação histórica do fato eterno estabelecido antes da fundação do mundo: a Cruz do Cordeiro.


É por causa da Cruz do Cordeiro Eterno, imolado Antes, que todo o proceso de formação da consciência acontece numa contradição que tem que ser sentida como transgressão, ao mesmo tempo em que precisa ser percebida sob a Graça Eterna.


Do contrário, não se tem um adorador, mas apenas um religioso perdido entre a dúvida de “onde” se deve adorar: se em Jerusalém ou se no Monte Gerezim; conforme a Samaritana antes de beber da Água da Vida. Ou, então, tem-se apenas um ser de conciência culpada e neurótica, mas jamais consciente e pacificada. A outra alternativa é a alienação deliberada ou o cinismo consciente.


O que de fato estou dizendo é que até a Queda contribuiu para o bem dos que amam a Deus!


Pense nisto!



Caio

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Agora, leia mais este outro!


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QUAL O SIGNIFICADO DA ORDEM DE MELQUIZEDEQUE?



Muita gente tem me escrito pedindo que eu fale um pouco mais sobre a Ordem de Melquizedeque. Ora, há duas maneiras de se fazer isto. Um é defensiva e a outra é propositiva. A forma defensiva parte do pressuposto de que a realidade do tema é algo alienígena nos credos do Cristianismo; e, mais ainda, que não se tem nenhum interesse em pensar em suas implicações, visto que isto dês-construiria um sistema que foi desenvolvido durante pelo menos 1700 anos de história da igreja como instituição.


Se fosse falar no assunto na defensiva, teria que provar que Deus tem na Ordem de Melquizedeque sua “justificativa” teológica para ser livre como Deus, derramando Sua Graça onde bem entenda, e sem dar explicações. Mas ainda é uma tentativa de “pedir licença” e rogar por clemência aos doutores da ortodoxia e senhores da verdade. E mais: ainda é também uma confissão muito forte acerca do poder inquisitorial dos doutores e escribas do Cristianismo; os perpétuos neuróticos da verdade-cartilha; e supostos guardiões do “Santo Graal da Doutrina”.


Ou seja: ainda é uma tese para “eles”, como foi o caso da primeira vez que escrevi sobre o assunto, aos 22 anos, quando de minha “tese” de ordenação.


Hoje, entretanto, não sinto a menor obrigação de ser defensivo e explicativo em nada. O que creio, isto falo; e não me explico no meu crer.


Desse modo, a fim de também simplificar ao máximo este texto e fazê-lo também sucinto, apenas descreverei o que creio sobre a Ordem de Melquizedeque, conforme mencionada nas Escrituras.


Melquizedeque aparece do nada, sem antecedentes e sem explicações. Abraão encontra com ele e se verga diante dele, e lhe paga o dízimo de tudo quanto tinha consigo. Melquizedeque abençoa a Abraão. Então, assim como veio, ele vai, sem deixar vestígios.


Mais tarde, séculos depois disto, Melquizedeque aparece nos Salmos, quando, também do nada, se diz que o Senhor jurou que Seu Enviado seria feito Sumo Sacerdote, segundo a Ordem de Melquizedeque. Somente isto e nada mais.


Até a Carta aos Hebreus. É nela que Melquizedeque volta como nunca antes. Agora ele é aquele que em Cristo tem seu Sumo Sacerdote. Jesus se torna Sumo Sacerdote de uma nova ordem sacerdotal, a qual não era étnica, pois não era judaica. Nem era levitica, posto que Jesus não era da tribo de Levi, mas de Judá; não tendo, portanto, qualquer relação com o sacerdócio anterior, o qual tinha na Ordem Levitica, da tribo de Levi, um dos doze patriarcas de Israel, os representantes humanos do culto que se prestava ao Deus de Abraão. Do mesmo modo se pode dizer que ela nem tampouco se condicionava à informação histórica, carregada de esperança redentiva, que viajava como fé, mas também como especulação teológica e fixação de tradição em Israel.


Jesus sendo Sumo Sacerdote segundo uma ordem à qual o próprio Abraão — pai do povo da revelação escrita — se curvava, é apresentado na Carta aos Hebreus como Aquele que TAMBÉM abençoa a Israel e todos os que conhecem a informação da Escritura; porém, que não se condiciona nem à geografia, nem à história registrada como sagrada, nem à informação, nem a qualquer fronteira, de qualquer que seja a natureza, estando Suas mãos sobre todos os que Ele mesmo desejar, e com a mesma liberdade com a qual abençoou a Abraão.


A Carta aos Hebreus diz que esse Melquizedeque é semelhante ao Filho de Deus, sem principio de dias e sem fim de existência; sendo superior a tudo quanto era relativo a Abraão, visto que é o maior quem abençoa o menor.


Assim, Melquizedeque não é explicado, mas apenas afirmado. De fato, ele paira sobre a História, é um pingo de peso explosivo num Salmo, e arrebenta tudo e todas as ordens, quando relativiza a mais importante de todas, a que procedia de Abraão.


Ora, o mistério de Melquizedeque é algo que ecoa o Cordeiro imolado antes de tudo, antes de qualquer ato criador de Deus.


Desse modo, pode-se dizer que o espírito da Carta aos Hebreus acerca de Melquizedeque, é aquele que o apresenta como uma manifestação do Cristo Eterno, o qual não foi feito Cristo, no Jesus Histórico; mas sim, sendo o Cristo Eterno, se mostrou como tal em Jesus, na História. Talvez seja por esta razão, também, que Jesus disse que Abraão viu os Seus dias e regozijou-se.


O Jesus Histórico não fez surgir o Cordeiro e nem a Ordem de Melquizedeque. Pelo contrário, se diz que Jesus é Sumo Sacerdote “segundo” a Ordem de Melquizedeque; assim como se diz que o Cordeiro foi imolado antes de tudo; antes de haver mundo.


Jesus é a Encarnação de tudo o que Nele preexistia como Cordeiro Eterno, como o Cristo de Tudo e Todos, como o Sacrifício da Ordem de Melquizedeque (que manifesta na História a invasão livre do eterno, se revelando aos homens, e derramando Graça de todas as ordens); e como Jesus; o Cordeiro de Deus; o Cristo; ou Cristo Jesus; ou apenas o Cristo; ou ainda o Cristo de Deus; ou simplesmente Jesus Cristo — que é o que se diz Dele; enquanto Ele mesmo se define como Filho do Homem, o Caminho, a Verdade, a Vida, o Pão da Vida, a Porta, o Bom Pastor, o Noivo, e Aquele que é Um com o Pai (entre outras autodefinições).


As implicações de tal realidade é que são insuportáveis para a religião, pois, virtualmente acaba com ela, com seus poderes de representação, com suas certezas, com seus dogmas; e, sobretudo, com seu poder dela “administrar” a graça de Deus aos homens.


A Ordem de Melquizedeque é a Ordem da Nova Jerusalém, na qual os povos são curados, e todos trazem ao Cordeiro as belezas dos povos.


É em razão da Ordem de Melquizedeque que Jesus diz que muitos virão de todos os quadrantes da Terra, gente de todas as gerações, e tomarão lugar à mesa com Abraão, Isaque e Jacó. É também por tal razão que o Evangelho deixa claro que a maior fé que Jesus vira, não viera de dentro de Israel, mas de um pagão de fora: o Centurião Romano. Assim como é pela mesma razão que a mulher que dá um “ santo banho” em Jesus é uma mulher de fora de tudo, uma siro-fenícia.


O problema atual é que a humanidade entende a Ordem de Melquizedeque, mas já não entende a ordem de Levi, conforme a Bíblia, posto que tal coisa, para a humanidade, tiveram no Judaísmo e, sobretudo, no Cristianismo, os seus representantes históricos, o que fez com que um sentimento de repudio se espalhasse pela Terra em relação a tudo quanto possa carregar tais “representações”.


Ora, quando digo que este é o problema, não quero, todavia, universalizá-lo; afinal, ainda há bilhões que não passam sem um bom paganismo judaico-cristão. O que afirmo é que as mentes que desejam alguma forma de espiritualidade não vinculada à religião, assim sentem por não conseguirem mais tolerar a mensagem e o resultado histórico do que o Cristianismo produziu, tanto como religião, como também como potestade ideológica e política.


Esses, de fora, os pós-cristãos, todavia, quando ouvem acerca de tal Ordem superior à religião, conseguem entender o Evangelho em sua maior largueza de percepção. Por esta razão essa tal “Era Pós-Cristã” é um problema para o “Cristianismo”, mas não significa nada para o Evangelho.


Mas como disse no inicio, o problema não é dizer que Jesus é Sumo Sacerdote segundo a Ordem de Melquizedeque. O problema são as implicações dessa compreensão, as quais, sendo levadas a sério, acabam com os poderes da religião.


E quem, na “igreja”, deseja tal coisa?


Nele, que é Senhor e Salvador de todos os homens; pois se imolou pela criação antes de haver mundo,



Caio




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Espero que comece a ajudá-lo!


Um abração!


Nele, que é Quem sempre foi,




Caio

[O Portal dos Invisíveis]


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Estão me chamando de desviado…

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Posted on 4th março 2010 by Roberto in Cartas

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—– Original Message —–

From: ESTÃO ME CHAMANDO DESVIADO…

To: contato@caiofabio.com

Sent: Thursday, December 29, 2005 10:01 AM

Subject: NOIVA CORROMPIDA

Caio,

O negócio está ficando “feio” pro meu lado. Todos os irmãos ao falarem comigo só tem uma frase: Volte pra Cristo!

Cara, eu tô é sentindo raiva e não é pouca…

Eu queria entender essa “contradição”: As pessoas que lá (na igreja) continuaram podem sentar numa mesa de lanchonete e falarem livre e descabeladamente das pessoas que se “desviaram”, contudo, quem está “aqui fora”, não pode levantar um “dedin” de crítica que eles já dizem: Cuidado, você está “tocando” no “Ungido”.

Que loucura! O “estar” na igreja me dá o direito de massacrar os “ímpios” , mas se estiver fora, perco os “super-poderes”, pois pra falar mal de alguém, tenho que ter “cobertura”.

Na rua, passo por “irmãos” que viram a cara quando me vêem. Fico triste por mim, que não raras vezes virei a cara para aqueles que se “desviavam”.

Como fui hipócrita! Quantas “vidas” que saíram sangrando da igreja eu “atropelava com a moto” mas não dizia: Bom dia!

É estranho, realmente esquisito dizer isso, mas hoje me sinto livre: livre da hipocrisia, do xamanismo, da idolatria (por Nabuco Terra Nova), das profetadas de púlpito e outros “ingredientes” que têm feito muita igreja contemporânea irem pro “saco”.

Cara, o que quero é meu direito de viver. É andar pelas ruas sem ser chamado de desviado por esses hipócritas, porque dos “crimes” de que me acusam hoje, eu já os “cometia” na igreja e com eles.

Hoje todos sabem que tomo vinho (é um escândalo), mas quando bebia com eles não era pecado. Será que eles ungiam a bebida e eu não sabia?

Ouço “abertamente” a música do “mundo”, principalmente a Legião Urbana (misericórdia irmão! essa banda tem demônio até no nome!)

Cansei de ver irmãos “maduros” na fé dizerem assim: Eu tenho capacidade para ouvir esse tipo de música pois sempre fui evangélico, agora, você que veio do “mundo” não pode ouvir porque contamina.

É de lascar! Se Cristo viesse a Terra em nossos tempos , creio que seria crucificado de forma mais horrenda e sanguinária do que no filme de Gibson. Pois a sua “Noiva” se tornou politicamente mais forte e pervertida que os Fariseus do Templo, por isso, tenho certeza, “Ela” não deixaria um Homem simples, trazendo palavras simples, “corromper” a forma Piramidal da Igreja do século XXI.

Continuo no “mundo”. Para a “igreja” sou o herege Number 1. Todo dia acordo com “aquele gosto de caveira moída” na boca; por isso, não raramente, emborco um Pérgola e ouço minha musiqueta.

Quando você “caiu” se é que “aquilo” é cair, foi quando eu mais te conheci, na minha igreja tinha uma coleção de VHS seus (aqueles azuis) que, de repente, ficaram de lado (vamos fingir que não sabemos o por quê).

A Pregação que mais me marcou entre todas foi aquela baseada em Jeremias 31:3 : “…com amor eterno te amei, por isso, com benignidade te atrai”.

Reverendo amigo, já ouvi esse texto ser pregado ardente e ardilosamente diversas vezes por várias pessoas… mas “com Amor” apenas uma vez.

Toda vez que te escrevo, só tenho um sentimento: cresci, apareci e não vi nada; aprendi o que era certo com as pessoas erradas. Tenho fé que vou recuperar o tempo perdido.

Nele,

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Resposta:

Meu irmão amado: Graça e Paz!

Tudo é muito simples!

Veja: Quem é de Deus, ama. Quem não é de Deus, não ama. Quem nasceu de Deus não conhece nenhuma “nova revelação” além do “novo mandamento”, que nos amemos uns aos outros. Quem odeia jamais viu a Deus, pois Deus é amor. E aquele que diz que ama a Deus, porém odeia a seu irmão, esse segue pelo caminho de Caim. Aquele que diz que ama, mas vê seu irmão em apuros e nada faz, esse não ama; pois o amor de Deus em nós sempre acha no irmão a “carência de Deus”; e, assim, serve a Deus nos irmãos.

Isto digo, apenas para você não ter dúvidas acerca do que é o Evangelho, na prática, conforme o ensino e a prática de Jesus. O resto, meu irmão, é invenção da religião dos fariseus, que acabou ganhando a parada junto ao “cristianismo”, que é uma fusão do moralismo adoecido dos fariseus e do paganismo da Roma constantiniana… e mais alguns outros vírus e bactérias espirituais.

Tudo o que você disse não carece de resposta. Sua denuncia é tão simples, clara e repetida por milhões, todos os dias, que nem mesmo merece resposta que diga “Uau”.

Quero, entretanto, tratar rapidamente de dois temas mencionados por você; a saber: o dos desviados e o da maldição dos ungidos do Senhor.

Primeiro, você deve saber que Jesus era “um desviado” do ponto de vista dos fariseus e das autoridades da religião em Israel. E não era apenas um desviado qualquer. Por anunciar e ser a Boa Nova, Ele foi chamado de “samaritano louco”; de instrumento de “Belzebu”, o maioral os demônios; de “suicida” endiabrado; de “glutão e bebedor”; de licencioso por andar com gente como as meretrizes, os publicanos e os “pecadores”; de “blasfemo”; de “bastardo” sem pai e de origem questionável; e, por último, de bandido e agitador do povo — todas essas sendo as razões que se acumularam a fim de que Ele fosse morto.

Graças a Deus você achou a via certa, e, assim, se desviou dessa via da neurose, do medo, da culpa, do culto ao homem, da obediência serviçal a um louco, da prática dos ensinos de uma “seita” que vende um certo “outro evangelho”; o qual, saiba, mesmo que seja proclamado “por anjo de luz”, deve ser considerado “anátema”.

Aliás, nesse quesito, Paulo, que foi quem fez a declaração acima, disse que até se “ele mesmo” pregasse outra coisa, que era para que os discípulos não o ouvissem também.

Portanto, o que importa não é quem diz, mas o que é dito. Desse modo, Paulo adverte, dizendo: “Até eu mesmo, se for me alterando e pregando outra coisa, que seja repudiado”. Pois, não é o mensageiro o que vale, mas sim a mensagem, a qual é eterna e não deve ser mudada, exceto se alguém desejar sobre si o juízo de alterar o que não deve ser mexido nem por homens e nem por anjos; visto que se trata de algo eterno e imutável.

Assim, digo a você: o que chamam de seu desvio é justamente a Via Certa, pois, agora, você está deixando de seguir homens loucos e dando ouvidos não a mim, mas ao Evangelho, visto que eu também digo que se porventura eu aparecer com qualquer outra coisa que não seja o que já está “posto”, conforme a Pedra Angular, Jesus, e, também, conforme o fundamento dos Apóstolos e Profetas das Escrituras — que eu seja “anátema”.

Ora, este primeiro ponto nos remete para o segundo: o da maldição dos bruxos ungidos, os bons-mau-cumbeiros da “igreja do medo e da barganha”.

Eles evocam Davi, que não matou a Saul nas vezes em que pôde, a fim de não ferir e nem tocar num ungido do Senhor; e, também, evocam o Salmo que diz “não toqueis nos meus ungidos”.

Ora, no caso de Davi, não tocar no ungido era bem e bom para ele, que sabia que Deus mesmo, à Seu tempo, faria o que já estava designado; e Davi não queria meter a mão naquilo que não era dele, mas de Deus.

No entanto, a ordem das coisas é invertida entre nós, e o tal “não toques no ungido” passou a ser um discurso que nem Saul teve coragem de fazer (foi Davi quem disse isso, nunca Saul); mas que, os Sauls de hoje fazem, e isto a fim de poderem continuar Sauls para sempre, perseguindo, oprimindo, tiranizando, e maltratando o povo de Deus.

Desse modo, ninguém tem que tocar “no suposto ungido”, mas apenas não se deixar tocar por ele. E foi isto que Davi fez: ficou longe, muito longe, desse “ungido” que tinha ânsia de matar: Saul.

Hoje, entretanto, o que querem é que Davi diga “amém” a Saul, e que cumpra seus caprichos, e que continue na casa dele mesmo que ele seja louco. Davi não tocou em Saul, mas nunca mais deu a Saul a chance de tocar nele. Deus cuidou de Saul.

Entretanto, o que não se pode permitir é que Saul cuide da gente. Nesse caso, é como aceitar o pastoreio do surto e da loucura.

No caso do Salmo que manda não tocar nos ungidos, o contexto era outro:

Israel estava matando os profetas em razão de sua mensagem contra a iniqüidade, a feitiçaria, e a paganização da fé. Ou seja: se fosse esse o caso, se diria que o “ungido” é você; e quem o ataca é que deveria ver o que está fazendo contra a sua própria alma; pois Deus já avisou através de Jesus que Ele acha melhor que quem assim procede, “ate ao pescoço uma grande pedra e se atire ao mar”, antes de fazer mal aos que apenas crêem na Palavra do Evangelho.

Em Jesus, todavia, tudo isto acabou. Digo: esse negócio de haver uma “categoria especial de ungidos”. Afinal, isto é coisa de gente que vive com a mente ainda pagã, crendo em bruxos, magos, xamãs, feiticeiros, e, sobretudo, na cumplicidade de Deus com homens que se servem de Seu nome para manipular o próximo incauto.

Todos somos ungidos do Senhor Nele, e não há mais essa categoria especial de ungidos, visto que Paulo diz que em Jesus nós somos os ungidos do Senhor; sim, todos nós, os que cremos.

Ora, eles usam essas coisas como medo, como feitiço e como opressão do diabo sobre as almas dos homens.

Por que você acha que eles nunca me escreveram me “amaldiçoando”?

Ora, é que eles sabem que sei que eles estão apenas fazendo isto a fim de manipular os ignorantes e que ainda têm sem si o germe da fé pagã.

O “paipóstolo” não quer ser “Pai de Santo”, mas deseja ser o “padastro-dos-santos”. Desse modo, ele pode ser um “Pai de Santos”, mesmo que ele próprio pratique os métodos do medo que se encontra nas tribos primitivas, as quais, ainda são dirigidas pelo “oráculo do pagé”.

Escreva isto, pois o digo sem medo:

Eles estão servindo ao diabo e não a Deus, e suas obras de medo e controle são a própria expressão do modo como o diabo dirige as vidas humanas: pelo medo e pela tirania!

Assim, meu irmão, fique firme na Palavra e não se submeta nem mais por um momento ao pastoreio do medo e do lobo vestido de ovelha.

E mais: fique na paz de Cristo; pois, contra quem está na Graça, não vale maldição e nem encantamento, visto que Jesus mesmo já se fez, de uma vez para sempre, maldição em nosso lugar.

Fico com muita pena dos que amaldiçoam, pois sei que eles mesmos estão chamando juízo para si. Assim, quanto mais sei que me amaldiçoam à distância (pois, em minha presença nada dizem!), mais oro por eles, e mais peço a Deus que o salve dessa cegueira de seita perversa, e os converta ao Evangelho da Graça.

Eles, todavia, podem marcar uma reunião de todos os “apóstolos” do Brasil para me amaldiçoarem que a mim nada dirão; pois, saiba, meu mano: não há poder neste mundo que me faça teme-los. Eu sei quem sou em Cristo; e sei que eles escolheram o Caminho de Balaão, o qual, pela ganância de dinheiro e poder, entregou-se ao “carismatismo bruxo”, e pleno de ganância.

O melhor de tudo é que hoje você aprendeu o quanto importa sofrer pelo nome de Jesus e do Evangelho. Afinal, a única coisa que mudou em você é que agora você está livre em Jesus para seguir somente o Evangelho, e não a “sagrada escritura do paipóstolo”, a qual é pura e triste heresia, e perversão do Evangelho de Jesus.

Fique tranqüilo! Nenhum mal lhe sucederá!

Nele, que nos guarda do ódio dos homens,

Caio

OBS: desviado deveria ser alguém que deixou de ser “viado”; ou seja: alguém que não anda numa via… O bom do Evangelho é que o cara fica mesmo dês-viado. Fica na via, mas não fica viado por ninguém.

A bruxificação do natal

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Posted on 21st dezembro 2009 by Roberto in Cartas

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—–Original Message—–

From: TENHO DÚVIDA COM RELAÇÃO AO NATAL E SÃO NICOLAU

To: contato@caiofabio.com

Sent: terça-feira, 30 de dezembro de 2003 10:33

Subject: MINHA CABEÇA ESTÁ UMA CONFUSÃO

Caio Fábio, bom dia!

Tenho uma dúvida muito grande, com relação ao Natal, São Nicolau, dia 25 de Dezembro, deus Sol, o símbolo da árvore de Natal e a guirlanda.

Como posso saber sobre isso ou ter uma explicação para cada uma destas coisas?

Tudo está uma confusão em minha cabeça.

Me ajude.

Obrigada!

Resposta:

Minha amada irmã: Feliz Natal e Feliz Ano Novo!

Minha querida amiga, se você for entrar nessa paranóia, terá que sair do mundo.

Paulo disse que a gente deve ir ao mercado, comer de tudo, dar graça a Deus, e celebrar a vida em paz.

Se você for se preocupar com a origem de coisas, nomes, festas, datas, etc., você terá que sair do mundo.

Não trate isso como coisa do diabo, pois, assim, virará coisa do diabo na sua cabeça…

Não ajuda em nada.

Ninguém que comemora o Natal está pensando no diabo.

As únicas pessoas no Evangelho a quem Jesus chamou diretamente de “filhos do diabo” não estavam vestidas de “Dia de Papai Noel”, mas de FARISEUS (Jo. 8).

Paulo nos ensina a não ter tais conflitos, e a termos paz com uma certeza: Todas as coisas são puras para os puros; porém para os de mente impura, tudo fica impuro.

Sobre o fato das coisas poderem ter origem “pagã”, o espírito do que Paulo declara é o seguinte acerca de algo muito mais sério — que é a comida sacrificada aos ídolos, ou até mesmo comida de um despacho na esquina:

No que diz respeito às coisas sacrificadas aos ídolos, já sabemos, todos, o seu significado.

Saber… apenas saber… incha o ser e nada mais.

Somente o amor edifica.

Desse modo, se alguém tem a pretensão de achar que sabe alguma coisa, de fato ainda não aprendeu como convém saber.

O verdadeiro conhecimento vem do amor, pois se alguém ama a Deus, esse é conhecido por Deus.

Digo isto tudo porque eu sei que todos vocês sabem que comer coisas sacrificadas aos ídolos nada significa. Afinal, sabemos que o ídolo nada é no mundo, e que não há outro Deus, senão um só.

Ainda que haja muitos que se chamem de deuses e senhores, ou que assim sejam chamados — seja no céu seja na terra—, todavia, para nós, há um só Deus, o Pai, de quem são todas as coisas e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual existem todas as coisas, e por ele nós também.

Mas isto é o que nós sabemos. Entretanto, nem todos têm esse conhecimento.

Isto digo porque há alguns que, acostumados até agora com a devoção ou temor do ídolo — como se o ídolo de fato tivesse poder —, comem coisas sacrificadas aos ídolos como se o ato de comer expressasse algo espiritualmente significativo.

Desse modo, quando comem, sua consciência sendo ainda fraca e ignorante, contaminam-se em razão do próprio significado que atribuem àquilo que, em si mesmo, não é nada.

As coisas ganham o significado que nossa consciência atribui a elas!

Todavia, não é a comida que nos há de recomendar a Deus; pois não ficamos piores se não comermos, nem ficamos melhores se comermos.

Portanto, não estamos falando do que é em si, mas daquilo que as coisas se tornam, em razão da projeção de valor a elas atribuído.

Desse modo, vejam atentamente que a liberdade de vocês — fruto do saber verdadeiro —, não venha a ser motivo de tropeço para os fracos, ou seja: para aqueles que ainda olham para a comida sacrificada ao ídolo ou para o próprio ídolo, como se a “coisa” tivesse em si algum valor ou poder.

Assim, se um desses supersticiosos virem você, que tem “ciência”, reclinado tranqüilamente comendo à volta de uma mesa num templo de um ídolo, poderá pensar que você está ali atribuindo culto e valor àquilo que para você não tem nenhum valor.

E assim, poderá ser induzido pela sua liberdade, a comer com a consciência fraca e supersticiosa as coisas sacrificadas aos ídolos… como se a sua presença ali avalizasse também o ato dele.

Não é, porventura, assim, que “eles” interpretariam sua presença no lugar?

Desse modo, ironicamente, pelo saber e pela liberdade que você já adquiriu, alguém que ainda está na ignorância pode vir a sucumbir à superstição.

Assim, por causa da “ciência” que você possui, alguém poderá perecer… aquele que é fraco, o teu irmão por quem Cristo morreu!

Ora, pecando assim contra os irmãos, e ferindo-lhes a consciência ainda débil e fraca, vocês estão pecando contra Cristo.

Dessa forma, o que se deve saber é o seguinte:

O ídolo não é nada para você, em razão de você já saber que ele não é nada mesmo.

Sozinho – ou em companhia de pessoas maduras – você comer onde e o quê bem desejar!

No entanto, se a comida fizer tropeçar a meu irmão, nunca mais comerei em sua presença nada que o faça tropeçar, isto porque não quero servir de tropeço à consciência fraca de meus irmãos… que ainda não discerniram a grandeza da liberdade que em Cristo eu tenho.

De minha parte, não quero jamais induzir meu irmão ao engano simplesmente por não carregar em mim uma consciência que antes de tudo saiba saber no amor.

Jesus disse que o mal não vem de fora, vem de dentro.

Fico “raivoso” é com quem veio inventar mais esse grilo para a sua cabeça.

Tais pessoas gostam que a vida seja um perigo, e vêem o diabo em tudo.

A mente delas está cheia de medos, e tentam fazer discípulos de seu próprio medo, e superstições.

Não entre nessa. Se entrar, sua cabeça ficará uma confusão cada vez maior.

Fuja dos inventores de demônios e de bruxas!

Eles vivem de proibir as coisas, e quem os segue acabará preso no medo, e não terá mais prazer em nada na vida.

Celebre seu Natal em Cristo!

A árvore é uma gracinha, e o Papai Noel é um folclore infantil.

Desejar fazer dele um demônio é GOSTAR DE SOFRER À TOA!

A vida já é difícil demais. Não a complique.

Não se preocupe com a Árvore de Natal.

Quem tem a Árvore da Vida na alma não se preocupa mais com qualquer outra árvore, nem com a plantinha “comigo-ninguém-pode”.

Assumo responsabilidade espiritual pelo que estou dizendo a você!

Foi para liberdade que Cristo nos libertou.

Santifique todos os dias com gratidão, e todos os dias serão santos.

Feliz Natal para você e todos os seus.

Nele, que nos salvou para viver em paz em qualquer dia do ano,

Caio

___________________________________

SEGUNDA MENSAGEM:

Muito obrigada por sua ajuda.

É que no culto foi falado sobre o Natal e que na verdade isso não se deve ser comemorado, pois é uma festa “pagã”.

Como estou freqüentando a igreja evangélica, estou tendo estes tipos de questões, que no catolicismo eram muito simples.

Como o da árvore, fiquei aflita, pois fiz uma árvore pequena e bela, mas sempre no dia 25 oro por Jesus Cristo, mesmo sabendo e pedindo desculpas por não saber a data certa de seu nascimento.

Na igreja foi falado que nesta data se comemora o aniversário de Nefraim (se não me engano, que se casou com sua própria mãe e fundou a Torre de Babel), e que onde ele foi enterrado nasceu uma árvore e dela simbolizou o Natal, morte e reencarnação.

Fiquei em parafusos… sei que no dia 25 de dezembro devemos nos recolher em casa e meditar de como Jesus foi bom para nós e tem sido em todos os dias de nossas vidas.

Fico triste por não entender as coisas, e também de outras pessoas explicarem as coisas de uma forma que nos causa incômodo, e que por isso venho em busca da verdade.

Muito obrigada mais uma vez.

Um abraço,

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Resposta:

Minha querida irmã: Paz e o Fruto da Árvore da Vida para você!

Sei que você está chegando agora, e que encontrará um monte de maluquices pela frente.

Não se escandalize e nem se impressione.

Ame a Jesus de todo o seu coração.

Creia Nele e ponha Nele sua mais absoluta confiança.

Ele morreu e ressuscitou para que tivéssemos Vida em Abundância, não para que vivêssemos atormentados.

Faça tudo com boa consciência e ações de Graça, pois é isto que torna tudo puro.

As coisas são más para quem as vê mal.

O que é mal, a gente sempre sabe o que é; não depende de uma “informação histórica”.

Essa história da Árvore de Natal e a Torre de Babel é conto de bruxinha.

É mais fácil crer em Papai Noel!

Não tem fundamento em nada. É pura invenção.

Leia os Evangelhos.

Encha seu coração com a Palavra.

E confira tudo com uma simples questão: Como foi que Jesus tratou essa questão e as pessoas envolvidas em cada coisa?

Se você fizer essa pergunta, e estiver sempre lendo o Evangelho, você entenderá tudo, sem dificuldade, pois está lá revelado, e o Espírito Santo iluminará você.

Tenha Paz!

Nele, que em Si mesmo nos deu do Fruto da Árvore da Vida,

Caio

30 de dezembro de 2003

Copacabana

RJ

www.caiofabio.com

As principais confusões dos religiosos…

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Posted on 22nd junho 2009 by Roberto in Reflexões

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1. Pensar que se algum milagre acontece é por poder do milagreiro ; não levando em consideração os magos de faraó (que também sabiam fazer varas se tornarem em serpentes…); não levando a sério Mateus 7: 16-24, onde Jesus diz que milagres, curas e exorcismos acontecem pelo Seu nome, apesar do milagreiro ser para Ele, Jesus, um desconhecido.

2. Pensar que toda ação contra os que se dizem “ungidos do Senhor” é perseguição do diabo ; sem verem que, muitas vezes, é a manifestação da ira de Deus pelas blasfêmias cometidas pela manipulação do nome de Deus contra o povo; e em proveito próprio. Deus não faz parte de nenhuma quadrilha.

3. Não saberem fazer distinção entre o nome “Jesus” e a pessoa de Jesus ; o que faz com que celebrem um nome que não tem correspondência com a pessoa de Jesus, com Seu ensino e com Sua prática. É como chamar o diabo de Jesus e achar que por causa disso ele virou Jesus.

4. Iludirem-se com sugestões psicológicas de massa, sem verem que não houve milagre, mas apenas um show de sugestão . Tem mágico andando sobre as águas (Nunca viu?). Se fizessem isso em nome de Jesus os crentes os adorariam…

5. Dizerem amém a qualquer coisa que venha seguida de pulinhos e de glória a Deus . Assim, tanto dizem amém para o que eu digo como também para o que o Macedo ou o Paipóstolo dizem. Quem diz amém para eles, não diga amém a mim; pois, não andamos nos mesmos caminhos; e nem cremos nas mesmas coisas.

6. Acharem que a Obra do Espírito Santo derruba pessoas no chão, ao invés de verem que, com Jesus, quem caiu estava possesso, e não cheio de Deus ; pois, a plenitude de Deus dá sobriedade e lucidez; e não produz desmaios em série industrial – a lá Benny & Cia .

7. Confundirem gritaria e histeria com unção . Assim, quem grita e faz ousadas asseverações é ungido, não importando a loucura que fale.

8. Acharem que Unidade no Corpo de Cristo é um acordo mafioso de silencio ante o que é mal e nega o espírito do Evangelho . Assim fazem por não conhecerem nem os evangelhos e nem Paulo.

9. Crerem que tudo o que é falado atrás de um púlpito vira Palavra de Deus . E depois combatem a mesa branca dos espíritas ; quando, de fato, eles são o povo do púlpito branco ; que é um espiritismo sem transe, mas cheio do transe da arrogância e da burrice.

10. Darem mais importância a pecados pessoais do que aos pecados coletivos ; e que são aqueles que pervertem a mensagem do Evangelho; a consciência do povo; e que são praticados por aqueles que se aproveitam da ignorância do povo para construir impérios pessoais; os quais, são vistos pelo povo como ” direito do ungido ” em razão da pessoa falar o nome J-e-s-u-s .

É por tais coisas que o caos se instala; e todo lobo vira apóstolos dos incautos!

Enquanto for assim, assim será. E nenhuma esperança haverá.

Lamento informar, mas, enquanto for assim, não há Evangelho entre os “evangélicos“.

Esse é o espírito do paganismo!

Quem dele se salvará?

Nele, que não se impressiona com o uso de Seu nome, mas apenas com a obediência em fé à Sua Palavra ,

Caio

08/02/07

Lago Norte

Brasília

www.caiofabio.com