Caio Fábio – Imagine – Viver a vida em paz

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Posted on 14th março 2010 by Roberto in Vídeos

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“E nela não vi templo, porque o seu templo é o Senhor Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro.”  (Apocalipse 21 : 22)

Imagine there’s no heaven,

Imagine que não há céu

It’s easy if you try,

É fácil se você tentar

No hell below us,

Nenhum inferno sob os pés

Above us only sky,

Acima de nós só os céus

Imagine all the people

Imagine todos os povos

living for today…

Vivendo apenas pelo hoje…

Imagine there’s no countries,

Imagine que não há mais países

It isn’t hard to do,

Isto não é difícil de realizar

Nothing to kill or die for,

Nada para matar ou morrer

No religion too,

Nenhuma religião também

Imagine all the people

Imagine todos os povos

living life in peace…

Vivendo a vida em paz…

Imagine no possesions,

Imagine não haver possessões

I wonder if you can,

Eu duvido que você consiga

No need for greed or hunger,

Nenhuma ganância nem fome

A brotherhood of man,

Uma verdadeira irmandade humana

Imagine all the people

Imagine todos os povos

Sharing all the world…

Compartilhando o mundo todo…

You may say I’m a dreamer,

Você pode dizer que sou um sonhador

but I’m not the only one,

Mas não sou o único

I hope some day you’ll join us,

Tomara que um dia você se una a nós

And the world will live as one.

E então o mundo viverá como sendo apenas um.

Mais pregações em vídeo no site www.vemevetv.com.br

Esta casta só sai com oração e jejum

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Posted on 16th abril 2008 by Roberto in Devocionais

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Jesus disse que há castas de espíritos que só saem daqueles que eles possuem mediante a pratica do jejum e da oração.

Ora, esta declaração cria muitos problemas quando se a lê a partir de qualquer que seja a compreensão doutrinária.

Lendo isso, Pentecostais e seus parentes jejuam com a certeza de que o poder está na abstinência de água e comida — jejum —; acompanhados de oração pelo oprimido ou endemoninhado. Nesse caso, o poder é do jejum.

Também lendo isto os Reformados ficam agitados, pois, segundo a doutrina da Graça Soberana de Deus não haveria razão para jejuar, já que o poder não procede de nenhuma mecânica humana ou humanamente ativada como poder. Nesse caso o jejum é o problema; pois, supostamente, estaria tirando o poder da Graça invisível e transferindo-o para algo que facilmente viraria fetiche e paganismo.

Os Católicos por seu turno, lêem o que Jesus disse e dizem: “Oba! O rito tem poder!” No caso deles o poder está no rito.

Já os que fazem uma leitura mais leve e psicológica do texto de Jesus tendem a pensar que Jesus estava apenas dizendo que em meio àquela confusão toda — gente observando, discípulos brigando, um pai gritando; e Pedro, Tiago e João vindos da Transfiguração meio surtados de grandeza — não era possível ter concentração para tratar aquele caso. Nesse caso, o poder que o jejum daria seria o do foco e da concentração.

Ora, olhando para o que estava acontecendo, não tenho como dizer o que Jesus queria dizer além do que Ele disse.

Então, como vejo este texto?

Vejo-o sem problemas. Sim! Porque tudo o que leio no Evangelho não é para mim objeto de nenhuma tentativa de criar uma lógica sistêmica e doutrinária sobre qualquer coisa.

Para mim, em certas circunstâncias, havendo renitência por parte de um espírito imundo, eu jejuo, como já o fiz dezenas de vezes na vida.

Isso mesmo; sempre, em tais casos, jejuei sem nenhum conflito teológico e doutrinário!

Alguém pode ver um discípulo de Jesus (nos evangelhos) querendo saber como conciliar aquela declaração de Jesus com qualquer que fosse o pacote doutrinário?

Ora, para os discípulos que ouviram aquilo, a única coisa que ficou foi o que Jesus disse: Se o demônio mostrar renitência em deixar a sua vítima, jejuem.

Assim, não desejaram saber como ficava a “Graça”, a “Soberania”, o “poder absoluto do nome de Jesus”; ou mesmo como ficaria, diante de tal fato da renitência de demônios ao nome de Jesus, a doutrina da vitória da Cruz sobre todo principado e poder.

Tudo bobagem inventada do 4º Século em diante!

Os discípulos não eram filhos do “Cristianismo” (como nós); e nem foram doutrinados pelos teólogos patrocinados por Constantino; e, dele para frente, doutrinados pelos “pais” do saber de Deus na “Igreja”.

Não! Os discípulos eram apenas gente simples.

Para eles Jesus era o poder; e, uma vez que eles mandassem um demônio sair em nome de Jesus, esperavam que saísse; porém, não tendo sido assim naquele caso, ficaram perplexos ante a impotência constatada.

Quando Jesus chegou do Monte da Transfiguração e repreendeu o demônio e este deixou sua vítima, ao acrescentar após isso que os discípulos não puderam expulsar o demônio por sua falta de fé, e que em razão disso deveriam sempre jejuar e orar — eles não “teologizaram”, mas apenas aprenderam que em tais casos assim se deve fazer.

Para eles tudo era Graça de Deus. Inclusive orar e jejuar a fim de expulsarem um demônio insistente. Eles simplesmente não tinham nenhuma de nossas tolas e presunçosas questões. Jesus era o Senhor e o Mestre, o Filho do amor de Deus, o Messias, Aquele de Quem o Pai dava testemunho; e, para eles, isso bastava.

Além disso, criam que o jejum e a oração eram um meio de Graça.

Sim! O poder era de Jesus; e, ante Jesus, nenhum demônio ficou renitente; mas, como eles não eram Jesus, sua mente e coração deveriam estar alinhados na fé e na consciência, a fim de que aquilo que era poder e meio de Graça sobre eles (o nome de Jesus), não tivesse seu poder limitado pela falta de fé ou pelo medo deles.

Portanto, quando ouviram Jesus dizer o que disse, certamente eles não pensaram na força daquele demônio insistente, mas na sua própria fraqueza e falta de fé.

Assim, não transferiram o problema para os demônios, e nem buscaram uma conciliação teológica a fim de jejuarem de modo doutrinariamente sadio no intuito de expulsarem o demônio.

Não! Aquilo lhes veio como sendo para eles. Sim! Aquilo lhes veio como instrução de verdade e de sabedoria da parte Daquele que sabe o que diz; e, portanto, para eles era assim que deveria ser; e não algo a ser discutido.

Desse modo, quando Jesus disse que certas castas de demônios não saem se não por meio da oração e do jejum, os discípulos simplesmente pensarem em si mesmos, em como seus corações tinham aprendido o rito de dizer “sai em nome de Jesus” (“… pelo teu nome os espíritos se nos submetem..”) — mas, assim mesmo, continuavam sem fé ante qualquer que fosse a renitência.

Mais tarde, muitos anos depois, Tiago, o irmão de Jesus, ao escrever a sua epistola, disse: “Resisti ao diabo e ele fugirá de vós”. Ora, esta frase de Tiago é o equivalente a “esta casta não sai se não por meio de jejum e oração”.

Jejuar e orar é resistir ao diabo até que ele fuja!

Além disso, em tais casos, jejuar e orar é o meio de Graça pelo qual o discípulo foca sua fé em Quem tem o poder; deixando, assim, pelo jejum e pela oração, as distrações que diluem a fé longe de suas mentes.

Tendo ainda caminhões a dizer, mas entendendo o limite dessa comunicação, apenas concluo afirmando que a instrução para jejuar e orar ante a resistência do mal, é algo que não deveria causar nenhuma pergunta; pois, ante o mal, o que o coração sabe que deve ser feito é tudo aquilo que signifique perseverança na verdade e no que é bom.

Assim, Ele disse: Ante a renitência do mal, não tenham medo; jejuem e orem; resistam o mal com fé; e, assim, ele fugirá de vós.

Alguma dúvida?

Nele, que disse o que disse, e o que disse é,

Caio

21/06/07

Lago Norte

Brasília
www.caiofabio.net

O que você acha do jejum?

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Posted on 16th abril 2008 by Roberto in Cartas

—–Original Message—–
From: O QUE VOCÊ ACHA DO JEJUM?
To: contato@caiofabio.com
Subject: Contato do Site : Confidencial

Mensagem: Pastor Caio: graça e amor! Há mais ou menos um ano atrás fui a uma serie de cultos onde senhor pregou, na minha cidade. Me recordo de uma experiência que o senhor contou de um episodio com um endemoninhado… quando em meio a um período de jejum de três dias—aqui em minha cidade—, que era como o senhor costumava estar durante as Cruzadas de Evangelização em que ministrava… Já o vi também falar sobre o quanto da vida perdeu quando o senhor deixou de ter tempo para si msmo…que era como conduzira o seu passado diante da vida de fé. E também vi fotos suas de quando era magro de tanto jejuar. Eu sou uma pessoa que particularmente tem um apreço especial pela busca em grandes proporções…se e que se pode mensurar…por horas a fio… Tanto em jejum quanto em oraçao…. Bem, a minha questão nesse momento é a seguinte: como o senhor vê hoje a busca através da oração e do jejum? e qual o tempo que deve dispensar? e como o senhor vê as igrejas frente a esse aspecto hoje em dia? Pessoalmente acho que deixamos esse bom e imprescindível costume e necessidade lá no passado… Obrigado desde já! Fico feliz por sua vida e obras…
Fabio
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Resposta: Meu amado: Paz! Jejum não é sacrifício, é sacro-ofício, e é prazer! Foi por isto que Jesus disse que ele deve ser praticado em “secreto”, pois fazê-lo em público é o caminho para a corrupção da devoção, pois vira show de santificação—é o caminho dos fariseus. Jejum deve ser a declaração do prazer da alma no silêncio, na quietude, na meditação e na curtição do ser de Deus. Jejum precisa ser carregado de amizade com Deus. O jejum do desespero acontece quando o desespero é maior que a necessidade de comer. Mas o verdadeiro jejum é como separar um tempo para gozar amores num lugar secreto, com o Deus de sua vida. Esse jejum faz falta. Nesse eu acredito. E creio que quando ele voltar a ser praticado muita coisa vai mudar na alma do povo. Todavia, tem que ser assim: discreto, apaixonado, silencioso, e amante de Deus. Tal prática enche o coração de gozo, sensibiliza a alma, e dá voluntariedade ao espírito. Quem come esse jejum alimenta-se de gratidão!
Um beijão, Caio
www.caiofabio.com