Olá Pr.Caio!
Graça e paz!
Primeiro quero parabenizá-lo por não ter deixado ser derrotado!
Fui “criada” na AD. Hoje tenho 31 anos,… e já não consigo mais aceitar a “mentalidade” da mesma.
A maioria só quer dinheiro e ganhar “membros cooperadores”… — não se importando com a qualidade, mas com a quantidade.
E passei a conhecer melhor a denominação quando precisei…
Meu pai teve um grave problema na coluna devido uma queda; gastei muito dinheiro com exames e medicamentos, as coisas apertaram…
Precisei de uma cadeira de rodas porque não tinha como locomovê-lo; ele não se levantava mais para nada; onde eu poderia buscar socorro?
Na Igreja; e para minha surpresa as respostas foram…
Na Igreja que eu congregava:
“Não podemos sacrificar a Igreja, nossos povo já coopera muito pra manter esse lugar de portas abertas…”
Mais ou menos uma semana depois a Igreja foi assaltada e levaram toda aparelhagem de som e instrumentos; ele, o pastor, levantou uma oferta e em 2 dias comprou tudo novamente a vista!
Na Igreja do Pastor Silas Malafaia:
“Não fazemos este tipo de doação.”
Na Igreja Batista aqui do Rio próxima à minha casa:
“Não temos nenhuma disponível; e se levantarmos alguma oferta para comprar uma vai demorar muito…”
Na Apascentar de Nova Iguaçu- RJ:
“Só ajudamos os membros de nossa Igreja..”
Fiquei muito desacreditada das Igrejas, e minha mãe também… choramos muito e sem saber o que fazer entregamos a Deus; não tínhamos mais opção; a “Igreja” nos deu as costas!
Não demorou muito e colocaram um papel em nossa caixa de correio com um endereço e telefone de um Centro Espírita; no desespero minha mãe ligou pra lá e qual foi a resposta?
“Não temos no momento, mas passe aqui depois das 17:00 hs e teremos a cadeira disponível.”
Eles compraram a cadeira!
Falei com meu Pr. que um centro Espírita havia doado a cadeira e ele me exortou e ainda fez isso de púlpito!
Porque que a Igreja critica mais não faz?
Com este episódio Deus me mostrou que a “Igreja” está mais preocupada com as quatro paredes do que com o próximo!
Hoje Deus nos ajudou, meu pai foi operado, fui efetivada a gerente da loja que trabalho, e meu marido recebeu aumento de salário.
Ainda gastamos muito com remédios, mas não nos falta nada.
Ouço suas mensagens e vejo que são corretas biblicamente. Gostaria de conhecer melhor a Estação.
Vocês têm alguma próxima do Méier onde eu moro?
Sou grata pela sua atenção.
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Resposta:
Minha querida amiga: Graça e Paz!
Quando comparo a história do “Bom Samaritano” [e faço isso há anos!...] aos dias de hoje no Brasil, sempre digo que o Sacerdote seria um “Grande Homem de Deus Evangélico”, que o Levita é um outro “líder evangélico” que admira e se espelha no “Grande Sacerdote Evangélico” — e que ambos passam, vêem e seguem sem fazer nada…
Afinal, para a mentalidade “evangélica”, sim, como ela se tornou, quando é que um homem doente, que não sai de casa, que não tenha dinheiro, será visto com cuidado e carinho pela “igreja”?
Mas o “Samaritano”, assim como o espírita, não tinha com que se preocupar… A única coisa que o “Samaritano” via no homem era o homem; mas o “Sacerdote” e o “Levita” viam apenas se era ou não vantajoso parar e gastar aquele tempo e dinheiro…
Ora, se o homem caído fosse um “judeu rico”, creia: tanto o “Sacerdote” quanto o “Levita” teriam parado e feito um estardalhaço; e ainda dariam “testemunho”…
Minha amiga: qualquer grupo humano, até o Rotary, está muito mais preocupado com cadeiras de rodas do que a “igreja”.
Esta “igreja” nem diz “Levanta, toma o teu leito e anda”, como também não diz “Espere um pouco, pois essa cadeira é nossa… Nós somos a Graça da cadeira para ele!…”
A “igreja” não se vê como resposta à oração de ninguém que não tenha nada para dar a ela!…
Assim, não se surpreenda…
Se você tivesse ido, por exemplo, à Catedral Presbiteriana do Rio, dificilmente você sairia sem a cadeira; assim como aqui no “Caminho da Graça” seu pai receberia a cadeira no mesmo dia. Afinal, uma cadeira de rodas ainda é acessível e fácil de adquirir.
Com isso não estou fazendo propaganda… Estou apenas dizendo que uma cadeira de rodas é uma merreca em dinheiro e fácil de adquirir se a pessoa ou grupo tiverem um mínimo de boa vontade e compaixão.
Estou passando a sua carta para o Alexandre Araújo, nosso mentor do Caminho aí no Rio. Ele encaminhará você para o grupo mais próximo.
Entretanto, continue no site e na Vem e Vê TV; pois, eu sei que é o Evangelho que eu anuncio, e que sua alma não se enganará.
Receba meu beijo; e o transmita a seu paizinho, sua mãe e seu marido.
E que Deus prospere vocês em tudo!
Nele, que espera que aqueles que não puderem andar sejam andados pelo amor simples dos irmãos,
5 de agosto de 2009
Lago Norte
Brasília
DF
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Infelizmente, vê-se no mundo evangélico historias muito tristes como esta,até parece que muitas igrejas arrancaram da biblia aquela passagem do Bom SamaritanoJá passei tambem por uma situação em que faleceu um familiar meu muito querido ,e por parte dos pastores da igreja não houve uma palavra de conforto,de carinho:na altura fiquei um pouco desapontado com a direção da igreja,mas logo entendi que para a igreja as coisas funcionam assim:Diz-me quanto dinheiro tens pra dar, e dir-te-ei quanto vales.Se dás muito dinheiro,então és muito importante,não dás muito,então tambem não vales muito, ou, não vales nada,Creio num Deus que olha para o coração da pessoa e não para a aparencia,a minha fé está em Cristo e não em pastores.Que Deus abençoe vcs