out 152008

DUCCIO di Buoninsegna Transfiguration, 1308-11
Creative Commons License photo credit: carulmare

—–Original Message—–
From: Jonas
To: contato@caiofabio.com
Subject: Espiritismo: Moisés e Elias!


Mensagem: Pastor Caio: A paz do Senhor! Eu tenho uma pergunta incômoda, pelo menos para mim. Espero que a resposta seja satisfatória para todos aqueles que verdadeiramente buscam, no plano racional e, porque não dizer, espiritual também. Aí vai a dúvida: Na transfiguração, o que aconteceu? Pois vejo que pode haver uma brecha para um argumento de ordem espírita. Explico: Elias foi arrebatado,até ai tudo bem; afinal, assim podemos argumentar em favor da sua aparição na Transfiguração. Mas o que dizer de Moisés? Pastor, isso é importante, pois, quando nos deparamos com possíveis aparições de Maria, por quaisquer motivos, para explicar algo ou para consolar alguém, por exemplo; temos um problema. Dizer que o destino de Moisés é um enigma, não esgota a questão, apenas reforça a pergunta. O que se entende por comunicação? Ter uma visão não significaria também comunicar-se? Houve comunicação entre vivos e mortos? Aguardo ansioso por sua resposta. ____________________________________________________ Resposta: Jonas, querido: Vamos lá!
1. Deus é livre para fazer o que quiser. Ele não pede permissão a ninguém a fim de fazer qualquer coisa, muitos menos se preocupa com o que pensam os espíritas, os evangélicos e ou os budistas. Ele faz o que quer, e como bem entende.
2. Essa briga é religiosa. Deus não participa desse debate. Ri-se deles o Senhor!
3. Qualquer “resposta” a essa questão, na minha maneira de ver, tem que iniciar com a Soberania de Deus para ser Deus, e agir como bem entender. Deus não está confinado por aquilo que Ele nos proíbe de fazer.
4. Para mim, antes de responder à questão tópica, tem-se que saber disso, mais uma vez: Deus não está confinado por aquilo que Ele nos proíbe de fazer. Ele proíbe coisas para nós-Suas criaturas-, mas não para Si mesmo. A criação toda é um exemplo claro de que as espécies vivem cada uma ao seu próprio modo; e, muitas coisas naturais na criação, não são naturais para o homem. Por que? Porque Deus assim determinou. Mas, na criação, Deus nos mostra Sua total liberdade para criar o impensável, o absurdo, o que não faz sentido para nós.
5. Veja o fundo do mar, isso pra gente não ir mais distante. Faz algum sentido, para você, o que acontece naquele mundo? Os seres que ali aparecem, se nunca tivessem sido vistos como bichos da “Terra”, apesar de estarem no “mar”, nos seriam coisas alienígenas; os que possuem bio-luminicência, poderiam até ser confundidos com anjos, querubins e serafins. Mas não são. São apenas peixes!
6. E o que isto tem a ver com nosso tema? Bem, Deus é livre. Quando Ele me diz pra não fazer algo; isso não significa que Ele não possa fazer o que Ele me impede de fazer. Quem criou todas as coisas, pode todas as coisas para Si mesmo. Se Deus fez, Deus estabeleceu que Seu reino vai até os extremos de tudo o que criou; isso para não falar que Deus está sempre criando. Criar é o que procede de Deus; assim como respirar é o que nos faz viver. Estaria Deus preso à necessidade de criar? Claro que não. Mas porque Ele é, coisas são. E sempre estão sendo e se renovando Nele!
7. Bem, e Elias? E Moisés? O que eles tem a ver com isto? E as sessões espíritas? E as crises Evangélicas com os textos usados pelos espíritas?
8. Eu nunca consultei, não consulto, e jamais consultarei os mortos, porque Deus me disse para jamais fazê-lo. E ponto. Eu obedeço. Isso me basta!
9. Todavia, não o faço pela vitória doutrinária sobre a tesa espírita. Há muita coisa que é real, embora esteja proibida para nós. As coisas reveladas são para nós e os nossos filhos; as ocultas pertencem ao Senhor nosso Deus.
10. Estou fugindo da resposta? Não, não me tome por evasivo!
11. Eu penso o seguinte:
11.1. Moisés morreu, e o Senhor o sepultou-isso a Bíblia diz. Depois, em Judas, lemos acerca da disputa de Satanás com o arcanjo Miguel acerca do corpo de Moisés; ora, essa declaração vem de textos que não estão em nossas Bíblias, mas que foram usados pelos autores bíblicos; e tais declarações foram feitas nos textos da tradição judaica; alguns apócrifos para nós; outros, pseudo-epígrafes, como o Livro de Enoque. Paulo, Pedro e Judas serviram-se bastante dessas tradições. Paulo tem frases inteiras em seus textos que ecoam o livro de Enoque (Está saindo o meu livro Nephilim, com “notas de roda-pé”, e que explicará bem melhor essa questão).
11.2. A Cosmologia espiritual de Paulo (II Co 12; terceiro céu), vem do livro de Enoque. A segunda epístola de Pedro, é uma síntese de Enoque-mesmo tema, mesmo desenvolvimento, mesma viagem. Judas, em sua epístola, faz ainda isso de modo mais explicito. Chega mesmo a citar Enoque-com palavras literais do livro atribuído a Enoque-, e são de textos como esse que ficamos sabendo da disputa de Satanás acerca do corpo de Moisés, isso no Novo N.T. Assim, ficamos sabendo que houve uma batalha simbólica pela matéria de Moisés; seu corpo. Por que? Ora, a Bíblia quase nunca explica, apenas conta a história; e, pelo “tom” a gente fica sabendo se o assunto está aberto; ou se está fechado; sendo, nesse caso, apenas contado-e já deveríamos ficar agradecidos!
11.3. Bem, Elias, como você disse, foi trasladado, à semelhança de Enoque, para que não visse a morte.
11.4. Será que isto daria a eles um lugar garantido na Transfiguração em razão de não terem apodrecido no chão da Terra? Pessoalmente, não creio nisto. Se esse fosse o critério, Enoque teria que ter estado lá antes de qualquer outro.
11.5. Vou falar o que penso, mas quero deixar bem clara a ressalva de que Deus pode estar rindo de mim; Ele sabe que eu entendo esses risos Dele; especialmente quando afirmo aquilo que não pode ser “afirmado”, mas apenas expresso. Portanto, não afirmo expressamente, apenas expresso de modo afirmativo, minha própria convicção, e deixando bem claro que ela habita a periferia de minhas preocupações!
11.6. Sim, afirmo que Moisés e Elias estavam ali como uma “mensagem” de natureza histórico-salvífica. Ou seja: A Lei e os Profetas estavam dando testemunho do Filho de Deus. Ambos, Moisés e Elias, representavam uma legião de testemunhas.
11.7. A Transfiguração apontava a convergência da História da Fé para Aquele que era o Enviado; o objeto de todas as lutas e de todas as esperanças de todos os que nos precederam, e de toda a Revelação.
11.8. A Lei e os Profetas estavam fazendo sua síntese ali, em Cristo. 12. Quanto a isto parecer uma sessão espírita; e quanto a abrir precedentes para falsas interpretações, tenho algumas coisas a dizer: a) é problema de Deus, não meu; foi Ele quem fez a Transfiguração ser do jeito que foi; e, pelo visto, Ele não estava e nem está preocupado com isto;
b) o mandamento que proíbe a consulta aos mortos não nos fala nada sobre se tais contatos são possíveis ou não; apenas estabelece que isso é uma abominação ao Senhor; para mim isso basta; não preciso saber se não pode porque não acontece; ou se não pode porque acontece; ou se não pode porque o que “acontece” é obra do diabo; se Deus disse explicitamente algo, para mim está dito explicitamente; e vivo pela fé no bem de Deus para mim;
c) nosso problema com essas “coisas”, acontece porque ficamos querendo vencer as “outras convicções” em disputas doutrinárias e lógicas; e mais: transformamos um “precedente” na própria Bíblia, em algo a virar regra; responda-me: quantas vezes se lê na Bíblia coisas acerca disso? De fato, há os “precedentes” de Saul e a Pitonisa de Endor; há João Batista, que Jesus disse ser Elias; porém João, quando perguntado sobre sua “identidade Eliasiana” histórica, disse: “Não sou Elias”; e há a Transfiguração.
13. Ora esses precedentes estão todos sem explicação lógica, são apenas narrativas. E é bom notar que o próprio Jesus não facilitou as coisas; afinal, não deu maiores explicações sobre o tema de João ser Elias, mas apenas nos revelou Sua própria liberdade de falar sem explicar.
14. Então, voltando à questão, eu repito: essas coisas são um problema para nós; Deus não nos deixou isto como um problema; Moisés deixou claro que o oculto pertence a Deus; e foi nosso orgulho de supremacia “lógica” na argumentação o que nos levou a “criar o espaço” para o espiritismo.
15. Isso mesmo: o espiritismo é uma criação “cristã”. Veja que Jesus está lá, nos textos e doutrinas; e até com mais lógica de conteúdo que em muitas confissões evangélicas; como essas que hoje crescem e estão na televisão; erro por erro; uso indevido por uso indevido; falsificação de conteúdos por falsificação de conteúdos-teríamos que admitir que se fossemos honestos em nossas “apologias doutrinárias”, necessitaríamos dar o mesmo tratamento que damos ao espiritismo e seus co-relacionados, aos cultos evangélicos que criam a mesma relativização da Cruz, e do mundo espiritual, contra o Evangelho.
16. Então você me pergunta: Você acha possível que mortos-arrebatados ou não-possam falar com os homens?
17. Minha resposta mais honesta, pela ausência de explicação bíblica, é um “não sei”.
18. Mas se você me pergunta: você acha que isso possa acontecer sem a permissão divina? Minha resposta é um sonoro “Não”.
19. Então você me pergunta: O que, então, você crê acerca disso? Bem, falo do que eu creio para mim.
20. Creio que consultar mortos é uma abominação (Está escrito), e creio que não se deva fazê-lo por duas razões: 1) porque está explicitamente proibido; 2) porque se está proibido é porque é mal para os humanos. Para mim, sinceramente, isso encerra a questão. E, também, nunca entro nessas questões quando estou conversando com espíritas. Se me perguntam, eu falo. Se não me perguntam, eu falo de Jesus, da Boa Nova de que em Cristo não há carma, não há retornos de auto-purificação, não há purgatórios; nem no céu e nem na terra, onde se tenha que pagar as dívidas de existências anteriores. Pela Graça sois salvos! Meu amado, do ponto de vista “lógico” não há nada a ser dito. Mesmo que você parta do fato histórico da Ressurreição como sendo o validador de todas as nossas supostas certezas doutrinárias periféricas-digo isto porque o N.T. não se preocupa com essas outras questões: Cristo é o Senhor e Salvador!-; ainda assim, o pressuposto a ser a base para a certeza, ainda é a fé. A Ressurreição foi histórica: Jesus ressuscitou dos mortos. Mas nós não vimos, nós cremos no testemunho dos que viram; e fomos iluminados por essa fé, que, para nós, nos foi dada como revelação do Espírito. Então, temos que andar em fé. Portanto, não adianta a lógica. O que faz diferença é a natureza da fé; se ela se fundamenta em Cristo e Seus méritos de salvação a nós imputados; ou se se fundamenta no homem, e em suas conquistas morais, éticas, e de virtudes pessoais-ou de desvirtudes que recebem como punição uma “volta ao mundo” a fim de purgar pecados. Sem a fé em Jesus, qualquer coisa é qualquer coisa. E sobre todo pressuposto se pode construir belas doutrinas, todas muito bem concatenadas. Por isso, é pura perda de tempo tentar convencer espíritas de que eles estão errados e nós certos; sendo que na maioria das vezes eles são, como pessoas, mais “certas” do que a maioria de nós. É em razão disso que os evangélicos têm que ficar disputando doutrinas com os espíritas: não temos vida; então temos que ter vantagem lógica. Tudo bobagem! E, como disse, foi a perversão da fé cristã o que criou o espiritismo ocidental, todo ele bem cristão, e cheio de “evangelho”. E por que? Pelas mesmas razões de hoje: eles olhavam para nós e não viam em que nossa fé pudesse fazer qualquer diferença entre nós e eles; e como o Espírito Santo se manifestou muito pouco dentro da “oficialidade da fé cristã”, sobrou aos piedosos, porém equivocados, a seguinte questão: será que esse “vazio” espiritual não vem justamente pela falta desse “contato imediato” com os espíritos? Bem, a resposta está aí! Concluindo, quero dizer que nenhum morto jamais me apareceu ou aparecerá; e que qualquer coisa que vier-seja de que mundo for-, sairá em Nome de Jesus; pois, quem ordenou que não se consultasse os mortos, é o mesmo que nos deu autoridade sobre todo poder maligno-e eu jamais teria dúvidas, para mim, quanto a repreender tais coisas em Nome do Senhor de Todas as Coisas. Assim, passei minha vida toda. Houve momentos em que me parecia ser importante provar que aquilo tudo era do diabo. Hoje eu sei que até a tentativa de provar isso é também do diabo. Eu prego a Cristo, que morreu pelos meus pecados, segundo as Escrituras; e que ressuscitou dos mortos, também segundo as Escrituras; e que está acima de todo principado, trono e poder; e que é Senhor de vivos e de mortos. Portanto, tudo e todos estão sob a Sua Soberania. Quem crê nisto não tem mais problemas com essa questão. No fim, tudo volta ao de sempre: “O meu justo viverá pela fé; e se retroceder, nele não está o meu coração”-diz o Senhor. Todo espírito que não confessa que Jesus Cristo é Deus Encarnado, não procede de Deus, mas do anticristo. E todo espírito que confessar qualquer outra doutrina, tem que ser repreendido, solenemente, em Nome de Jesus! Espero ter sido útil.
Nele,
Caio 2003
Escrito em 2003

www.caiofabio.com

14 Respostas to “A transfiguração era uma sessão espírita?”

  1. JANAINA DE SOUSA disse:

    OI, ESTOU FREQUENTANDO UM CENTRO ESPIRITA; MAS AINDA SOU LEIGA NO ASSUNTO E QUERIA MUITO SABER ONDE ESTÁ ESCRITO NA BIBLIA QUE DEUS ABOMINA A COMUNICAÇÃO COM OS MORTOS?

  2. wescley disse:

    Janaína, minha cara, muita paz! Na verdade, acredito que essa proibição que está no Deuteronômio está circunscrita às pessoas daquela época. Veja que o Deuteronômio é livro cheio de regras “violentas”, como apredejar até à morte a mulher adúltera ou os filhos desviados do caminho do Senhor. A boa nova de Allan Kardec foi anunciada por Cristo, quando dissse no envagelho de Lucas que iris mandar o consolador, o qual iria confirmar tudo que ele disse e revelaria novas coisas. Fique em paz!

  3. Tâmara disse:

    A paz do Senhor Jesus a todos!!! Janaina na palavra de Deus diz sim que Deus nos daria um consolador… mas esse consolador não é Allan Kardec e nem ninguem aqui da terra e sim o Espírito Santo que é o único consolador de nossas vidas que a bíblia fala que ele geme por nós com gemidos inexpremivéis… Allan Kardek ou qualquer outra pessoa faria isso por vc? Tenho certeza que não!!!! O Livro de Deuteronomio é do velho testamento, mas o que dizer no novo testamento a parabola do rico e do Lázaro ( Lucas 16: 19-31)? Leia!!! O unico consoldor enviado apos Jesus ter sido ressulcitado é o Espírito Santo, que nos convence do pecado, da justiça e do juízo.Não estou aqui para te convercer de nada mas simplesmente falo o que diz a palavra do Senhor Jesus. Oro e creio que o Espírito Santo vai te convencer de toda a verdade, simplesmente abra o seu coração para que Ele possa trabalhar.
    Amém querida!!!
    Fique com Deus

  4. Eduardo disse:

    Que a Graça de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo esteja com todos.

    Bom, fora os textos já supracitados, há também Levitico 20:6, Levítico 20:27,
    Deuteronômio 18:10-14, 2Reis 17:17, 2Reis 21:6, Isaías 8:18-20, Isaías 19:3,1Crônicas 10:13-14 no velho testamento e no novo é muito usado a palavra “magia” da qual consta a necromancia, que é consulta aos mortos: Lucas 16,19-31, Atos 13:6-12, Atos 16:16-18, Atos 19:11-20, Gálatas 5:20-21, Apocalipse 21:8 (algumas versoes usam a palavra “feiticeiro”).

    Kardec, assim como Chico Xavier, entre tantos por aí, como os pára-piscólogos e outros tiveram “experiências” nas quais acreditam/acreditaram.
    Mas, cadê eles? já que foram ícones da doutrina espírita, porque não “voltaram” para se comunicar com os vivos e “provarem” a doutrina deles?
    Não sei quais foram esses “experiências e nem quero saber. Mas crer que são realmente mortos que se comunicam com eles é bem difícil.

    Alguma coisa existe. Nós sabemos através da Bíblia que Lúcifer é um anjo poderoso, era o maior de todos os anjos, e que quer enganar a todos.

    Enfim, só sei que Deus proíbe e ponto final, não se discute.

    E mais, por que vou consultar um morto se posso consultar o Deus dos vivos e dos mortos, que criou a todos?? Pra que vou consultar uma imagem feita de gesso, ou de barro, não pode proteger nem a si mesma, se posso consultar um Deus poderoso? Pra que vou seguir um livro sem fundamentos bíblicos, decretos, bulas, dogmas, etc se posso seguir a Bíblia que é a Palavra do Deus Vivo?

    Que nosso poderoso Deus tenha misericórdia de nós humanos, que na nossa insignificância, pretendemos ser maiores que Ele…

  5. Airton disse:

    A Paz do Senhor a todos.
    Parabéns Eduardo servo do Deus altissimo, suas colocações foram maravilhosas vindas do céu.
    Se Deus disse não é não e pronto, somos vasos e não o oleiro.
    Porque ouvir demonios enganadores, se Deus não mandou recado, ele deixou escrito para nós.
    Fique na Paz

  6. WILLIAM BUENO disse:

    A MAIOR LIÇÃO QUE RECEBI, FOI ACOMPANHAR O DESEJO DE BETO CARRERO APÓS SUA SUBIDA AO PLANO SUPERIOR. DEIXOU REVELADO SEU SEGREDO EM LANÇAR VIRGINIA DE MAURO QUE ACABA DE PRODUZIR COM APOIO DE JULIANA MURAD E WLADIMIR SPERNEGA (AMIGO A 50 ANOS DE BETO CARRERO) E O CINEASTA CARLOS DIAS. O DOCUMENTÁRIO “O MUNDO ENCANTADO DE BETO CARRERO QUE, ACOMPANHA O CD TÃO DESEJADO PELO COWBOY E UM LIVRO, MESMO TITULO DO FILME. ISTO PROVA QUE OS ANJOS E DEUS, ESTÃO AO LADO DAS CRIANÇAS. podemos assistir parte do filme no YOUTUBE na sessão TRAPINHAS. eE VISUALIZAR A CAPA DO FILME DE BETO CARRERO COM “VIRGINIA DE MAURO NO SITE http://www.redecarlosdias.com.br AGORA BETO CARRERO ESTÁ FELIZ E FICO FELIZ TER PARTICIPADO DE SUA VONTADE ESPIRITUAL DEVIDAMENTE COMPROVADA. PORQUE LÁ ONDE ELE ESTÁ, SEM DÚVIDA É IGUAL AQUI E UM DIA TODOS VAMOS NOS ENCONTRAR. E vejam A MUSICA SINAL DE DEUS no site: http://www.clubedoscompositores.com.br AUTORIA “EDDY BULLOCK ouça O CAVALO MAIS FAMOSO DO BRASIL. QUE HINO ESPIRITUAL

  7. Roberto disse:

    Olá Janaina.
    Um dos lugares que a bíblia diz que Deus abomina a comuniação com os mortos é Deuteronomio capítulo 18, leia alguns versos dele abaixo:

    “Quando entrares na terra que o SENHOR teu Deus te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações.

    Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro;
    Nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos;

    Pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR teu Deus os lança fora de diante de ti.

    Perfeito serás, como o SENHOR teu Deus.

    Porque estas nações, que hás de possuir, ouvem os prognosticadores e os adivinhadores; porém a ti o SENHOR teu Deus não permitiu tal coisa.

    O SENHOR teu Deus te levantará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, como eu; a ele ouvireis;”

  8. Silvia Albano Luiz disse:

    Meu Deus!!!!!!!,quanta baboseira!!,vai ler a biblia vai, assim adquirir sabedoria pra falar a deixar de falar tanta besteira. p/William Bueno

  9. ricardo disse:

    È a coisa esta ficando seria, o povo perece por falta de conhecimento, diz a biblia que é a boca de DEUS, leia ela ai vcs vam saber oque pode eo que não pode fazer, porque chega alguen e fala a biblia diz que posso fazer isso isso oi aquilo e jesus não é o filho de DEUS e isso mais isso mais isso…
    e todos a creditam, fala serio cuidado
    os falsos profetas esta ai pra te enganar, procure uma igreja evangélica e tire suas duvidas com um pastor de DEUS………………………………………….. mas leia a biblia

  10. Ana Alice disse:

    Muito prolixo!! além do mais não conseguiu elucidar nada! aliás, depois dessa verborreia toda o coitado ficou mais confuso!!! Pastor, ao invés de ler a
    Bíblia, ore, converse com Deus, leia muito e principalmente respeite as crenças alheias…

  11. Shalom disse:

    Pastor,

    O senhor disse: (..)éticas, e de virtudes pessoais-ou de desvirtudes que recebem como punição uma “volta ao mundo” a fim de purgar pecados(…)

    Há um mal entendimento sobre esse assunto na sua parte… as pessoas voltam a terra não como uma forma de punição, mas sim como uma nova chance dada pelo Deus (Amor e Justo) para purificar-se dos pecados e poder retornar ao criador. Caso as pessoas não pudessem retornar para receber o ensinamento da Luz Verdadeira, Deus seria injusto e contrariando sua própria palavra… Imagine quantas pessoas seriam jugadas sem terem conhecido ou ouvido falar de Jesus ou sobre o julgamento final?

    A doutrina de pré-existencia e reencarnação exitiu como ensinamentos secretos de Jesus até que foi declarado heresia pela igreja romana no século 553A.D. Sem contar com os outros tantos outro livros que foram deixados fora da Bíblia e outros mudados, por conveniência e arbitrariedade da igreja (para ter poder sobre as pessoas através do medo -medo de ir para o inferno).

    Muitos Cristãos ficariam e ficarão surpresos em aprender que a resurreição de corpos (como descrita para o julgamento final) não originou-se do Cristianismo ou do Judaísmo. Originou-se da religião Zoroastra na antiga Persi. Durante a saída da Babilônia no velho testamento, os Judeos foram influenciados pelos conceitos dos Zoroastras, incluindo a resurreição de corpos, o dia do julgamento final, o dualísmo de bem contra o mal, a hierarquia dos anjos (incluindo os caídos) e o maior rival de Deus, Satanás.

    A doutrina Cristã ortodoxa sobre a “ressureição” é o resultado de um mal entendimento sobre os ensinamentos superiores de Jesus a respeito da reencarnação de espiritos em um novo corpo e real ressureição que é o re-nascimento spiritual ou “acordar” de uma pessoas já viva.

    Quando Jesus começou seu minitério, muitas pessoas ficam pensando se Ele era a reencarnação de algum profeta. Algumas pessoas pensavam a mesma coisa sobre João Batista. Até mesmo Jesus afirmou que aos seus discípulos que João Batista era sim a reencarnação do profeta Elias.

    O Episódio na Bíblia onde Jesus identifica João Batista como a reencarnação de Elias o profeta, é um das mais claras declarações que Jesus fez sobre reencarnação.

    “Para todos os profetas e leis foram profetizados até João. E se você estiver disposto a recebê-lo, ele é Elias que estaria por vir.” – Mat. 11:13-14

    Na passagem acima, Jesus claramente identifica João Batista como a reencarnação de Elias o profeta. Mais a frente no livro de Mateus, Jesus re-intera.

    “E os discípulos Lhe pergutaram, ‘Por que os escribas dizem que Elias tem que vir primeiro?’ e Ele responde, ‘Elias naverdade virá e irá restaurar todas as coisas. Mas lhes digo que Elias já veio e eles não o conheceram, mas lhe fizeram tudo o que queriam. Assim tam bém o Filho do Homen também tem que sofrer nas mãos deles’ Aí os discípulos entenderam que Ele havia falado de João Batista.” – Mat. 17:10-13
    De forma explicita, Jesus identificou João Batista como a reencarnação de Elias. Até mesmo os discípulos de Jesus entenderam o que Ele estava dizendo. Identificando João como a reencarnação de Elias, Jesus identificou a sí mesmo como o Messias.

    Esta é uma das maiores promessas messianicas de Deus encontrada na Bíblia. E estas referências que João é Elias, demonstram claramente a realidade da reencarnação. Há duas importantes conclusões:

    (1) As escrituras profetizaram que Elias mesmo – não alguém como ele ou no mesmo ministério dele, mas ele mesmo – iria retornar antes do advento do Messias.

    (2) Jesus declararou que João é Elias quando Ele declarou que Elias já veio.

    Baseado nas duas conclusões, (a) ou (b) deve ser verdadeiro:

    (A) João era Elias mesmo, o que significa que Elias reencarnou como João Batista. Se isto é verdadeiro, reencarnação deve mais uma vez fazer parte da teologia Cristã. Isto também significa que o conceito de corpos saindo de tumbas no dia do julgamento final pode ser rejeitado. Or…
    (B) João não era Elias reencarnado, o que significa que Elias mesmo não retornou. Se isto é verdadeiro, (1) ou (2) abaixo deve ser verdadeiro:

    (1) A profecia de Malaquias sobre o returno de Elias à vida antes da vida do Messias falhou em acontecer. O que significa que Deus não manteve sua promessa e que a Bíblia é falha. Ou…
    (2) Jesus não era o Messias.

    Baseado no que foi apresentado até agora, somente uma das conclusões é verdadeira:

    1 – Reencarnação é realidade ou..
    2 – Jesus não era o Messias ou…
    3 – As profecias da Bíblia não são confiáveis.

    Somente uma destas opções é verdadeira e por causa das declarações diretas de Jesus que João é Elias, então somente opção (1) pode ser verdadeira.

    Céticos sobre reencarnação gostam de usar a seguinte passagem para recursar os claros ensinamentos de Jesus sobre a reencarnação de Elias como João Batista.

    “E ele [João Batista] irá diante do Senhor, em espírito e no poder de Elias.” – Lucas 1:17

    Céticos afirman que esta passagem afirma que João é apensa um mera profeta que tem o mesmo ministério de Elias – não que João fosse a própria reencarnação de Elias. Mas isto não é o que o verso diz. Na verdade, este verbo dá um perfeita explicação sobre a definição de reencarnação: o retorno do espírito e do poder de uma pessoa em outro corpo. É o espírito e o poder que reencarnão. Por isso o verso diz claramente que João Batista tinha o espírito e poder de Elias.

    Embora João levasse o espírito de Elias, ele não levava sua conciência e memória. Reencarnação envolve somente a conciência superior do espírito. Porque João não tinha a conciência and memória da vida passada de Elias, joão negou ser Elias. Com pouquíssimas exceções, ninguém tem conciência de vidas passadas.

  12. Shalom disse:

    O senhor disse: (..)éticas, e de virtudes pessoais-ou de desvirtudes que recebem como punição uma “volta ao mundo” a fim de purgar pecados(…)

    Há um mal entendimento sobre esse assunto na sua parte… as pessoas voltam a terra não como uma forma de punição, mas sim como uma nova chance dada pelo Deus (Amor e Justo) para purificar-se dos pecados e poder retornar ao criador. Caso as pessoas não pudessem retornar para receber o ensinamento da Luz Verdadeira, Deus seria injusto e contrariando sua própria palavra… Imagine quantas pessoas seriam jugadas sem terem conhecido ou ouvido falar de Jesus ou sobre o julgamento final?

    A doutrina de pré-existencia e reencarnação exitiu como ensinamentos secretos de Jesus até que foi declarado heresia pela igreja romana no século 553A.D. Sem contar com os outros tantos outro livros que foram deixados fora da Bíblia e outros mudados, por conveniência e arbitrariedade da igreja (para ter poder sobre as pessoas através do medo -medo de ir para o inferno).

    Muitos Cristãos ficariam e ficarão surpresos em aprender que a resurreição de corpos (como descrita para o julgamento final) não originou-se do Cristianismo ou do Judaísmo. Originou-se da religião Zoroastra na antiga Persi. Durante a saída da Babilônia no velho testamento, os Judeos foram influenciados pelos conceitos dos Zoroastras, incluindo a resurreição de corpos, o dia do julgamento final, o dualísmo de bem contra o mal, a hierarquia dos anjos (incluindo os caídos) e o maior rival de Deus, Satanás.

    A doutrina Cristã ortodoxa sobre a “ressureição” é o resultado de um mal entendimento sobre os ensinamentos superiores de Jesus a respeito da reencarnação de espiritos em um novo corpo e real ressureição que é o re-nascimento spiritual ou “acordar” de uma pessoas já viva.

    Quando Jesus começou seu minitério, muitas pessoas ficam pensando se Ele era a reencarnação de algum profeta. Algumas pessoas pensavam a mesma coisa sobre João Batista. Até mesmo Jesus afirmou que aos seus discípulos que João Batista era sim a reencarnação do profeta Elias.

    O Episódio na Bíblia onde Jesus identifica João Batista como a reencarnação de Elias o profeta, é um das mais claras declarações que Jesus fez sobre reencarnação.

    “Para todos os profetas e leis foram profetizados até João. E se você estiver disposto a recebê-lo, ele é Elias que estaria por vir.” – Mat. 11:13-14

    Na passagem acima, Jesus claramente identifica João Batista como a reencarnação de Elias o profeta. Mais a frente no livro de Mateus, Jesus re-intera.

    “E os discípulos Lhe pergutaram, ‘Por que os escribas dizem que Elias tem que vir primeiro?’ e Ele responde, ‘Elias naverdade virá e irá restaurar todas as coisas. Mas lhes digo que Elias já veio e eles não o conheceram, mas lhe fizeram tudo o que queriam. Assim tam bém o Filho do Homen também tem que sofrer nas mãos deles’ Aí os discípulos entenderam que Ele havia falado de João Batista.” – Mat. 17:10-13
    De forma explicita, Jesus identificou João Batista como a reencarnação de Elias. Até mesmo os discípulos de Jesus entenderam o que Ele estava dizendo. Identificando João como a reencarnação de Elias, Jesus identificou a sí mesmo como o Messias.

    Esta é uma das maiores promessas messianicas de Deus encontrada na Bíblia. E estas referências que João é Elias, demonstram claramente a realidade da reencarnação. Há duas importantes conclusões:

    (1) As escrituras profetizaram que Elias mesmo – não alguém como ele ou no mesmo ministério dele, mas ele mesmo – iria retornar antes do advento do Messias.

    (2) Jesus declararou que João é Elias quando Ele declarou que Elias já veio.

    Baseado nas duas conclusões, (a) ou (b) deve ser verdadeiro:

    (A) João era Elias mesmo, o que significa que Elias reencarnou como João Batista. Se isto é verdadeiro, reencarnação deve mais uma vez fazer parte da teologia Cristã. Isto também significa que o conceito de corpos saindo de tumbas no dia do julgamento final pode ser rejeitado. Or…
    (B) João não era Elias reencarnado, o que significa que Elias mesmo não retornou. Se isto é verdadeiro, (1) ou (2) abaixo deve ser verdadeiro:

    (1) A profecia de Malaquias sobre o returno de Elias à vida antes da vida do Messias falhou em acontecer. O que significa que Deus não manteve sua promessa e que a Bíblia é falha. Ou…
    (2) Jesus não era o Messias.

    Baseado no que foi apresentado até agora, somente uma das conclusões é verdadeira:

    1 – Reencarnação é realidade ou..
    2 – Jesus não era o Messias ou…
    3 – As profecias da Bíblia não são confiáveis.

    Somente uma destas opções é verdadeira e por causa das declarações diretas de Jesus que João é Elias, então somente opção (1) pode ser verdadeira.

    Céticos sobre reencarnação gostam de usar a seguinte passagem para recursar os claros ensinamentos de Jesus sobre a reencarnação de Elias como João Batista.

    “E ele [João Batista] irá diante do Senhor, em espírito e no poder de Elias.” – Lucas 1:17

    Céticos afirman que esta passagem afirma que João é apensa um mera profeta que tem o mesmo ministério de Elias – não que João fosse a própria reencarnação de Elias. Mas isto não é o que o verso diz. Na verdade, este verbo dá um perfeita explicação sobre a definição de reencarnação: o retorno do espírito e do poder de uma pessoa em outro corpo. É o espírito e o poder que reencarnão. Por isso o verso diz claramente que João Batista tinha o espírito e poder de Elias.

    Embora João levasse o espírito de Elias, ele não levava sua conciência e memória. Reencarnação envolve somente a conciência superior do espírito. Porque João não tinha a conciência and memória da vida passada de Elias, joão negou ser Elias. Com pouquíssimas exceções, ninguém tem conciência de vidas passadas.

  13. Shalom disse:

    O texto do pasto disse: (..)éticas, e de virtudes pessoais-ou de desvirtudes que recebem como punição uma “volta ao mundo” a fim de purgar pecados(…)

    Há um mal entendimento sobre esse assunto na sua parte… as pessoas voltam a terra não como uma forma de punição, mas sim como uma nova chance dada pelo Deus (Amor e Justo) para purificar-se dos pecados e poder retornar ao criador. Caso as pessoas não pudessem retornar para receber o ensinamento da Luz Verdadeira, Deus seria injusto e contrariando sua própria palavra… Imagine quantas pessoas seriam jugadas sem terem conhecido ou ouvido falar de Jesus ou sobre o julgamento final?

    A doutrina de pré-existencia e reencarnação exitiu como ensinamentos secretos de Jesus até que foi declarado heresia pela igreja romana no século 553A.D. Sem contar com os outros tantos outro livros que foram deixados fora da Bíblia e outros mudados, por conveniência e arbitrariedade da igreja (para ter poder sobre as pessoas através do medo -medo de ir para o inferno).

    Muitos Cristãos ficariam e ficarão surpresos em aprender que a resurreição de corpos (como descrita para o julgamento final) não originou-se do Cristianismo ou do Judaísmo. Originou-se da religião Zoroastra na antiga Persi. Durante a saída da Babilônia no velho testamento, os Judeos foram influenciados pelos conceitos dos Zoroastras, incluindo a resurreição de corpos, o dia do julgamento final, o dualísmo de bem contra o mal, a hierarquia dos anjos (incluindo os caídos) e o maior rival de Deus, Satanás.

    A doutrina Cristã ortodoxa sobre a “ressureição” é o resultado de um mal entendimento sobre os ensinamentos superiores de Jesus a respeito da reencarnação de espiritos em um novo corpo e real ressureição que é o re-nascimento spiritual ou “acordar” de uma pessoas já viva.

    Quando Jesus começou seu minitério, muitas pessoas ficam pensando se Ele era a reencarnação de algum profeta. Algumas pessoas pensavam a mesma coisa sobre João Batista. Até mesmo Jesus afirmou que aos seus discípulos que João Batista era sim a reencarnação do profeta Elias.

    O Episódio na Bíblia onde Jesus identifica João Batista como a reencarnação de Elias o profeta, é um das mais claras declarações que Jesus fez sobre reencarnação.

    “Para todos os profetas e leis foram profetizados até João. E se você estiver disposto a recebê-lo, ele é Elias que estaria por vir.” – Mat. 11:13-14

    Na passagem acima, Jesus claramente identifica João Batista como a reencarnação de Elias o profeta. Mais a frente no livro de Mateus, Jesus re-intera.

    “E os discípulos Lhe pergutaram, ‘Por que os escribas dizem que Elias tem que vir primeiro?’ e Ele responde, ‘Elias naverdade virá e irá restaurar todas as coisas. Mas lhes digo que Elias já veio e eles não o conheceram, mas lhe fizeram tudo o que queriam. Assim tam bém o Filho do Homen também tem que sofrer nas mãos deles’ Aí os discípulos entenderam que Ele havia falado de João Batista.” – Mat. 17:10-13
    De forma explicita, Jesus identificou João Batista como a reencarnação de Elias. Até mesmo os discípulos de Jesus entenderam o que Ele estava dizendo. Identificando João como a reencarnação de Elias, Jesus identificou a sí mesmo como o Messias.

    Esta é uma das maiores promessas messianicas de Deus encontrada na Bíblia. E estas referências que João é Elias, demonstram claramente a realidade da reencarnação. Há duas importantes conclusões:

    (1) As escrituras profetizaram que Elias mesmo – não alguém como ele ou no mesmo ministério dele, mas ele mesmo – iria retornar antes do advento do Messias.

    (2) Jesus declararou que João é Elias quando Ele declarou que Elias já veio.

    Baseado nas duas conclusões, (a) ou (b) deve ser verdadeiro:

    (A) João era Elias mesmo, o que significa que Elias reencarnou como João Batista. Se isto é verdadeiro, reencarnação deve mais uma vez fazer parte da teologia Cristã. Isto também significa que o conceito de corpos saindo de tumbas no dia do julgamento final pode ser rejeitado. Or…
    (B) João não era Elias reencarnado, o que significa que Elias mesmo não retornou. Se isto é verdadeiro, (1) ou (2) abaixo deve ser verdadeiro:

    (1) A profecia de Malaquias sobre o returno de Elias à vida antes da vida do Messias falhou em acontecer. O que significa que Deus não manteve sua promessa e que a Bíblia é falha. Ou…
    (2) Jesus não era o Messias.

    Baseado no que foi apresentado até agora, somente uma das conclusões é verdadeira:

    1 – Reencarnação é realidade ou..
    2 – Jesus não era o Messias ou…
    3 – As profecias da Bíblia não são confiáveis.

    Somente uma destas opções é verdadeira e por causa das declarações diretas de Jesus que João é Elias, então somente opção (1) pode ser verdadeira.

    Céticos sobre reencarnação gostam de usar a seguinte passagem para recursar os claros ensinamentos de Jesus sobre a reencarnação de Elias como João Batista.

    “E ele [João Batista] irá diante do Senhor, em espírito e no poder de Elias.” – Lucas 1:17

    Céticos afirman que esta passagem afirma que João é apensa um mera profeta que tem o mesmo ministério de Elias – não que João fosse a própria reencarnação de Elias. Mas isto não é o que o verso diz. Na verdade, este verbo dá um perfeita explicação sobre a definição de reencarnação: o retorno do espírito e do poder de uma pessoa em outro corpo. É o espírito e o poder que reencarnão. Por isso o verso diz claramente que João Batista tinha o espírito e poder de Elias.

    Embora João levasse o espírito de Elias, ele não levava sua conciência e memória. Reencarnação envolve somente a conciência superior do espírito. Porque João não tinha a conciência and memória da vida passada de Elias, joão negou ser Elias. Com pouquíssimas exceções, ninguém tem conciência de vidas passadas.

  14. ANTONIO INACIO disse:

    Jesus acima de tudo é o exemplo ao qual deve ser seguido.
    Moisés e Elias eram sim mortos a muitos anos e Jesus se comunicou com eles, iniciou-se assim uma nova éra para a humanidade.

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