Graça – você acha que é moleza?

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Posted on 21st março 2010 by Roberto in A mente de Paulo

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Ora, irmãos, não quero que vocês sejam ignorantes quanto ao fato que nossos pais, no Êxodo, estiveram todos sob a nuvem, e todos passaram pelo mar.

Assim, podemos dizer que todos eles foram batizados, tanto na nuvem como no mar; e isto no que dizia respeito a Moisés.

E mais: podemos dizer que todos eles comeram de um pão espiritual e beberam da mesma fonte espiritual; porque bebiam de uma pedra espiritual que os seguia…

A pedra era Cristo!

Entretanto, Deus não se agradou da maioria deles, razão por que ficaram prostrados no deserto.

Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram.

Não se tornem, pois, idólatras, como alguns deles; porquanto está escrito: O povo assentou-se para comer e beber e levantou-se para divertir-se.

Também não pratiquemos a promiscuidade, como alguns deles o fizeram, e caíram, num só dia, vinte e três mil.

Não ponhamos o Senhor à prova, como alguns deles já fizeram e pereceram pelas mordeduras das serpentes.

Nem tampouco murmuremos, como alguns deles murmuraram e foram destruídos pelo exterminador.

Ora, estas coisas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado.

Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia.

Não nos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejamos tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, nos proverá livramento, de sorte que a possamos suportar.

Portanto, meus amados, fugi da idolatria.

Paulo nos diz que o caminho do Evangelho, que é caminho de Graça — é bondade e favor de Deus para que vençamos as tentações da jornada.

Não nos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejamos tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, nos proverá livramento, de sorte que a possamos suportar.

No entanto, Paulo também nos diz que as conseqüências de se querer a Graça de Deus como Graxa de Deus, são claramente demonstradas pelo caminhar do povo de Israel pelo deserto, conduzidos por Moisés.

A ênfase de Paulo é em “todos”. Todos receberam os benefícios. Todos saíram do cativeiro. Todos foram batizados tanto na chuva da nuvem [conforme o salmo] como no passar pelo mar sem se afogarem. Todos tomaram a “ceia do maná” e todos beberam da água viva que escorria da rocha. Mas a maioria deles não se fez agradável a Deus pelo seu modo de andar…

Paulo diz que os “sacramentos” da eucaristia e do batismo em nada os ajudaram, pois, a vida com Deus é feita de sacramentos de obediência e não de ritos.

Então o apóstolo adverte dizendo que houve algumas coisas no coração dos que peregrinavam pelo deserto e que são as mesmas coisas presentes em todos nós, os que caminhamos pelo chão árido desta terra de peregrinações.

Cobiçaram o que não tinham como se fosse obrigação de Deus libertá-los para uma vida de hedonismo. E faziam isto como fantasia, posto que desejassem agora os alhos e cebolas do Egito, dizendo: Como era boa a nossa vida na terra do Faraó!

Tornaram-se idolatras não por causa exclusivamente do culto ao Bezerro de Ouro, mas, sobretudo, diz Paulo, em razão de que a mente deles se tornara um altar de idolatria do prazer e do deus do imediato; posto que apenas pensassem na vida como um acontecimento de comida, bebidas e prazeres. E, segundo Paulo, este é o espírito mais sutil da idolatria: a idolatria do imediato e dos sentidos. É a tal vida feliz que só é feliz na confusão dos muitos folguedos o tempo todo. No tédio de Deus, então, devaneio…

Além disso, entregaram-se à promiscuidade, especialmente depois de pensarem que como Israel havia vencido a macumba de Balaão, agora, então, estavam livres para a promiscuidade; posto que se Deus os amava, como aparentemente demonstrara protegendo-os da “mandinga do Bruxo” — então, pensavam: “Se estamos livres da mandinga do Bruxo, estamos livres para pegar a mulher dos nossos amaldiçoadores!” Assim, agora, na confusão mental deles, a Graça era um sinal de que estariam livres para tudo. Portanto, mergulharam na promiscuidade.

Por último Paulo adverte contra o espírito de insatisfação e de murmuração, dizendo que tal espírito suscita na existência o poder do exterminador.

Assim, sem delongas, Paulo diz:

A Graça que cobre o pecado e o pecador, cobre todo pecado e todo pecador que deseje viver livre do pecado como escravidão; mas não é um documento de alforria das conseqüências da vida; como se por causa da Graça alguém recebesse permissão a fim de que viva como quem morra…; e, ainda assim, colham-se os frutos que somente colhem os que vivem como quem vive, segundo Deus.

Desse modo, Paulo lhes diz:

Vocês pensam que porque são de Cristo, foram libertos dos ídolos explícitos, receberam batismos, tomam a eucaristia do Corpo de Cristo e bebem da fonte da Vida — vocês ficaram imunes ao pecado?

Que nada! — diz ele.

E conclui:

Aquele que assim segue andando… crendo que  apenas porque tenha provado benefícios espirituais está livre para se entregar aos ídolos do coração: cobiça, volúpia, promiscuidade, hedonismo, alienação, auto-engano, murmuração, ingratidão, etc. — está caído no chão da vereda e não sabe.

Pode haver inflação de cultos, batismos, ritos, dízimos, ofertas, pertencimento ao grupo, etc. Mas se o coração não andar no caminho em Graça responsiva ante ao perdão e a libertação, esse fica no estado piorado do qual Jesus falou, sete vezes pior, e, também, põe-se no estado que Pedro descreveu como o de uma porca lavada que volta à lama.

Quanto a nós, cabe a advertência:

Aquele que julga está em pé, cuide para que não caia!

E a razão é simples:

Não nos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejamos tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, nos proverá livramento, de sorte que a possamos suportar.

Nele, que nos tira de uma vida de cobra, comendo o pó da terra, e nos põe sobre os nossos próprios pés, andando como gente,

Caio

2 de fevereiro de 2009

Lago Norte

Brasília

DF

www.caiofabio.net

A Graça que inclui gente e que exclui pecado e doença do ser

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Posted on 21st março 2010 by Roberto in Reflexões

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Para a maioria dos leitores do Novo Testamento parece meio estranho, por exemplo, que Paulo seja tão enfático acerca de tudo o que “já está feito”, fazendo cabais afirmações sobre este fato, inclusive por meio do fato afirmando a morte da Lei na Cruz. Isto é, a morte de toda a Lei, tanto o Décalogo como meio de salvação como também todas as demais leis de natureza cerimonial, visto que na Cruz Jesus levou a Lei da Morte para seu próprio lugar — a morte — e ressuscitou para que “sem lei” fossêmos justificados mediante a fé que se fundamenta da Rocha dos Séculos e na Pedra de Esquina que os “construtores rejeitaram”: Jesus.
NEle temos “redenção, santificação, unção e poder” para viver conforme o chamado do Evangelho. E tal poder só se instala em nós pela “fé que atua pelo amor”, tendo no discernimento da Graça de Deus em nosso favor a sua força motriz e sua potência capaz de nos pôr eretos na vida. Assim, vamos com os pés no chão do caminho do arrependimento, que já não vai de culpa em culpa, mas de entendimento em entendimento, produzindo não a eterna-angústia dos “penitentes”, mas a alegria dos que, pela “renovação da mente”, provam a “boa, agradável e perfeita vontade de Deus”.

Em Efésios, por exemplo, tais garantias estão postas e nos são dadas como fato-feito-e-consumado, selado pelo penhor do Espírito em nós, até o dia do nosso resgate, quando entraremos em toda plenitude de tudo o que de pleno seja possível para a finitude feita eterna até o Possível-do-Pleno no que não é infinito: nós em glória.

Entretanto, apesar de tudo isso, ainda em Efésios (4 e 5), Paulo adverte os discípulos quanto ao fato de que a nova vida em Cristo deve gerar o Novo Homem, que é um ser para além dos preconceitos, que são o modo de pensar conforme o adoecimento do curso deste mundo. Afinal, em Cristo não há mais homem e nem mulher, nem senhores e nem servos, nem gente puro-sangue e nem vira-latas…

Todavia, para o apóstolo, essa Graça-inclusiva gera um amor-paixão-exclusivo por Deus, e produz em nós um casamento de plenitude de ser com o todo do Evangelho, e, sobretudo, uma ligação tão visceral com Jesus que, sem Ele, nada podemos fazer.

No entanto, nem por isso Paulo deixa de nos chamar para o exercício simples e prático de um novo modo de viver, do qual, diz ele, devem ficar fora a ira que dorme sobre a amargura, o roubo de qualquer que seja a natureza, a mentira e o engano em relação a si mesmo e ao próximo, as gritarias, a chocarrices, as bebedeiras descontroladas, as invejas, os ciúmes infundados, o desejo de supremacia, as facções, os partidarismos, os ódios, a maledicência e a sutil aprovação das obras das trevas, as quais, mesmo não sendo praticadas, podem ser aprovadas mediante nossa leveza de ser em relação a elas, quando dizemos: “Eu não faço, mas adoro ver quem faz… É engraçado!”

Assim, sem a vivência simples e prática do Evangelho como comportamento, o homem está salvo — “como que através do fogo” —, mas sem conhecer o benefício do Evangelho em sua vida e na dos outros. Sem falar que ele jamais provará a paz que excede todo entendimento, visto que ela só se instala em nós quando o coração que crê também descansa no amor de Deus, e, por tal descanso-entrega, prova o fruto do Espírito em sua existência, não como comportamento performático e nem como “bom testemunho” de aparências, mas como fruto natural e existencial de ser-estar-em-Cristo.

Por essa razão Paulo diz: “… não haja entre vós…”… “…nem sequer se nomeie entre vós…”… “longe de vós…”… “… não aproveis as obras das trevas…” … “… para que aproveis as coisas excelentes…” … etc… E a isso tudo, em contextos diferentes, ele associa um exercício que pode ajudar a mente a romper com o padrão dos vícios antigos, do velho homem e de seus antivalores e direitos perversos, estimulando uma nova maneira de pensar. Sim, ele nos remete para as coisas lá do alto, e não para as que são daqui de baixo, chamando-nos, assim, para pensar em tudo o que é positivo, de boa fama, no que carrega louvor, e em tudo aquilo que quebra o ciclo das inimizades perversas e à revelia que nascem em nós, ou das antipatias gratuítas, ou mesmo das amarguras que não se querem curar em razão do orgulho ou das mágoas.

Só depois disso é que ele diz que “a paz de Cristo que excede a todo entendimento encherá nossas mentes e corações”.

Assim, o Evangelho que nos inclui em Cristo é o mesmo que de nós exclui, também em Cristo, tudo aquilo que não é conforme o Espírito de Cristo.

Ora, tudo aquilo que é de acordo com Jesus leva a marca do amor, da alegria, da paz, da bondade, da benignidade, da mansidão e do domínio próprio. Embora tudo isso aconteça num processo contínuo… se não nos desviarmos da senda do amor, conforme a Graça.

NEle,

Caio

www.caiofabio.net

Grace or prejudice?Make your choice now!

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Posted on 21st março 2010 by Roberto in In English

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Prejudice is the blindness of the soul, a blindfold on your understanding, blinkers on your perception and a thick veil against the light. It is a burka on the spirit, the gravedigger of the truth, the hangman of goodness and the devil in the eye. It is the Satan of the feelings, the burial of the reconciliation possibilities and the human sulfur that produces statues like Lot’s wife.

In Christ there is neither male nor female, slave nor free, Jew nor Greek, barbarian nor Celtic, nor whatever may mean that anybody is alien to their neighbor.

However, this notion of Christ is for the one who is in Christ, and it is only for whom being in Christ is a fact in life. Only in this way the truth of being in Christ becomes a fact beyond the text that proposes it, being embodied by the person who claims to believe.

Therefore, in order that this being in Christ is true, there cannot be prejudice.

If there is prejudice, there is no understanding of God’s grace!

How come you profess that by your own efforts you are lost, and that God gave you forgiveness for free (through Christ), and, despite this confession, you are still prejudiced?

Don’t be mistaken:

All prejudice, no grace; some prejudice, some Grace, little prejudice, much grace; no prejudice, all grace.

Would grace be, then, a bargain with our relational virtues?

Well, of course not! However, if grace is the sap, the fruit must be love, and there is no fear in love. Every prejudice is fear in the form of hostility or indifference. So, where there is grace there cannot be prejudice, just like where light is, darkness cannot be.

If I say that despite my numerous sorts of prejudice grace is poured out into me, I am lying against the Truth: The Grace of God is poured out into me in order to break me concerning my judgment and prejudice. But if I insist on keeping them, grace gets out of me and lets me live my life of anti-grace toward my neighbor.

Judging consists of living on your own, without grace.

Saying, “Father, show no favoritism toward me, as I have also shown no favoritism toward others” is the same as praying, “Forgive us our debts, as we also have forgiven our debtors.”

Grace and prejudice are as antithetical as love and hatred!

So, stop defending your prejudice and hostility and, in earnest, understand this: If you do not convert your mind from the state of prejudice to the spirit of grace, neither will your heavenly Father treat you with no favoritism. For He who tells us to forgive so that we keep faithful to the spirit of forgiveness God gave us, implicitly teaches us that, likewise, those who are given grace can no longer dislike and be prejudiced toward anyone.

So, make up your mind: Grace or prejudice? Both will only walk hand in hand when the devil converts.

Think about it.

Caio

AUG/20/07

Manaus, Amazonas

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Translation: F. R. Castelo Branco | October 2007

From the original “Graça ou preconceito? Escolha logo!

John Lennon pregou no Caminho da Graça

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Posted on 14th março 2010 by Roberto in Vídeos

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John Lennon Painting

Imagine there’s no heaven,

Imagine que não há céu

It’s easy if you try,

É fácil se você tentar

No hell below us,

Nenhum inferno sob os pés

Above us only sky,

Acima de nós só os céus

Imagine all the people

Imagine todos os povos

living for today…

Vivendo apenas pelo hoje…

Imagine there’s no countries,

Imagine que não há mais países

It isn’t hard to do,

Isto não é difícil de realizar

Nothing to kill or die for,

Nada para matar ou morrer

No religion too,

Nenhuma religião também

Imagine all the people

Imagine todos os povos

living life in peace…

Vivendo a vida em paz…

Imagine no possesions,

Imagine não haver possessões

I wonder if you can,

Eu duvido que você consiga

No need for greed or hunger,

Nenhuma ganância nem fome

A brotherhood of man,

Uma verdadeira irmandade humana

Imagine all the people

Imagine todos os povos

Sharing all the world…

Compartilhando o mundo todo…

You may say I’m a dreamer,

Você pode dizer que sou um sonhador

but I’m not the only one,

Mas não sou o único

I hope some day you’ll join us,

Tomara que um dia você se una a nós

And the world will live as one.

E então o mundo viverá como sendo apenas um.

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Hoje eu preguei pela manhã na Catedral Presbiteriana do Rio, e, à noite, no Caminho, em Brasília.

Fui para a reunião no Caminho com quatro mensagens pulando dentro de mim, mas nenhuma se fixando.

Tomei a palavra, apresentei duas crianças a Deus, a pedido dos pais; e apresentei a Maria Helena, minha amiga e irmã do Café com Graça, e que está em Brasília internada para sério tratamento de saúde.

Então lemos juntos os 20 artigos do texto “o Reino é Simples”, e que está aqui no site. Eu havia pedido ao André Barcelos para tocar “Imagine”, de John Lennon.

Acabamos a leitura e oramos.

De repente um texto de Apocalipse 21. “Nela não vi nenhum santuário”. Então perguntei se eles sabiam cantar o Imagine. Tentamos. Não íamos bem. De súbito aparece um pastor que freqüenta o Caminho, e com ele mais dois, e, os três, assumiram os microfones e mandaram ver. O povo cantou junto com muita alegria.

A seguir eu mostrei como aquela letra era completamente compatível com o sonho da Nova Jerusalém. E daí fui embora…, mostrando o significado de Jesus ser Sumo Sacerdote segundo a Ordem de Melquizedeque. Acabamos no Cordeiro imolado antes da fundação do mundo. E, aí, cantamos Imagine outra vez…

Então convidei quem tinha entendido o Evangelho naquela noite, e que desejava manifestar por meio da confissão pública e simples aquela decisão, para virem até a frente. Muitos e muitos vieram na hora; alguns chorando.

Lennon jamais pensou que Imagine poderia, de fato, levar o individuo à Nova Jerusalém. Porém, explicada a partir do Cordeiro e da Luz eterna, a letra ficou clara para muitos; e como a mensagem era Cristo e sua conquista absoluta; sendo digno de realizar o que prometera; e, portanto, sendo Aquele que desata os selos da história; pois é digno (Apc 5)—o Espírito de Deus trouxe convicção de fé e esperança ao coração de muitos.

O fato é que ao final eu ouvi toda sorte de testemunhos; de curas físicas até libertações de depressões antigas. Mas as mais lindas declarações vieram daqueles que disseram que encontram uma intensa alegria na herança que já têm em Cristo garantida para eles em glória.

Paulo disse: Imagine! Pense nas coisas lá do alto, não nas que são aqui de baixo!

Nele, em Quem todo Imagine é pobre; pois, o que olhos não viram; ouvidos não ouviram; e jamais subiu ao coração de poeta ou profeta algum, é isto mesmo que Ele tem preparado para aqueles que o amam; o que, em parte, já nos foi revelado pelo Espírito,

Caio
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