O QUE VOCÊ DIZ DA PROPAGANDA SUBLIMINAR?

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Posted on 16th abril 2008 by Roberto in Cartas

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From: O QUE VOCÊ DIZ DA PROPAGANDA SUBLIMINAR?
Sent: domingo, 29 de fevereiro de 2004 00:06
To: contato@caiofabio.com
Subject: O SENHOR PERMITIRÁ QUE NOS CONTROLEM?

Mensagem: Saudações Reverendo!! Estive num site, agora há pouco, sobre Mensagem Subliminar. Acredito que o senhor deva conhecer. E o assunto me deixou assustadoramente intrigada. Será que somos tão “manipuláveis” assim?? o senhor acredita nisso? e o pior de tudo: não tem como fugir, porque é algo captado pelo inconsciente e está em todos os lugares, sem percebemos. Se não tem como fugir, como nós cristãos, ficamos diante disso?? Podemos ser a qualquer momento manipulados?? O Senhor permitiria?? Devemos nos preocupar seriamente sobre isso? O que o senhor pensa a respeito? Abraços!

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Resposta: Minha querida: Verdade e Lucidez sobre você! As mensagens subliminares existem e tem poder. Quando você aprende a discernir passa a identificar muitas delas. Todavia, as mais subliminares mesmo, a mente não tem como detectar, visto que elas acontecem em “frames” de segundo, em lapsos que a mente não “vê”, mas o inconsciente capta. Minha recomendação é a seguinte:

1. Não se impressione com os sites evangélicos que tratam do assunto. São, em geral, muito alarmistas e apocalipsistas. São daquele tipo que vê tentativa da Disney de fazer todas as criancinhas virarem gays, e que ouvem disco ao contrário…pra ver se há alguma mensagem “satânica”. Esse pessoal é neurótico. Se você pegar até mesmo uma fita com a leitura do Evangelho e tocar ao contrário, você ouvirá frases estranhas. Já fiz isto até com a leitura bíblica, apenas para provar que tais “frases” são aleatórias, e que acontecem em qualquer situação, e não apenas nos discos de Rock.

2. Veja os sites técnicos sobre o assunto. Alguns são equilibrados. Vale aprender como tais técnicas são praticadas…mas não é para ficar assustada.

3. A propaganda subliminar tem poder, mas não tem todo esse poder a ela atribuído. Ela influencia, mas não determina. Você continua a ter mais poder do que qualquer propaganda subliminar, especialmente se você não é boba, e sabe da existência de tais “meios” de indução e manipulação.

4. O Senhor nos adverte quanto a “não ficarmos sobrecarregados com as conseqüências…” de certos comportamentos sociais. O texto é Lucas 21: 34-36. Ou seja: Ele não advertiu apenas contra a prática de certas coisas….mas também quanto a entrega da lucidez ao fluxo inconsciente… Sobretudo, Jesus advertiu acerca das “conseqüências” de tais comportamentos…e que ficam existindo como “massa inconsciente”. Ora, todas essas existências são reais. O Inconsciente Coletivo também é essa “acumulação” de produções humanas, e que se “estocam” de modo invisível num grande banco de dados, emoções, sentimentos e “espíritos” que nos cercam na vida. Quando falo de “espíritos” não estou falando de entes conscientes de si mesmos—que obviamente também existem, mas trata-se de “outro departamento”. Falo sim da cultura invisível, do sentir que se coletiviza sem que as pessoas possam discernir. É aí que a propaganda subliminar tem mais poder…ou tem seu poder.

5. A advertência bíblica é para que se “vigie em todo tempo”…a fim de que não se seja enganado. 6. A Propaganda é sem dúvida um dos “novos demônios”. Ela trabalha a fim de criar necessidades, roubar interesses…os dos concorrentes, e oferecer satisfação pela via do consumo…ou da escolha de algo que “faz falta”, e que não ter significa “estar perdendo”. Quem tem essa consciência não precisa ficar neurótico, mas apenas de olhos bem abertos.

Quanto ao mais, não há dúvida de que as próximas duas décadas serão poderosas na manifestação desses meios de indução, manipulação e controle. O Brasil é um país altamente impressionável por tais coisas. Mas a América é o país onde tais manipulações mais estão presentes, até porque a ingenuidade do patriotismo americano ajuda muito a abrir as mentes para as manipulações. Não há nada novo em nada disso. Quem é sábio, sabe; e fica atento; mas não neurótico.
Um beijão, Caio
www.caiofabio.com

Esta casta só sai com oração e jejum

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Posted on 16th abril 2008 by Roberto in Devocionais

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Jesus disse que há castas de espíritos que só saem daqueles que eles possuem mediante a pratica do jejum e da oração.

Ora, esta declaração cria muitos problemas quando se a lê a partir de qualquer que seja a compreensão doutrinária.

Lendo isso, Pentecostais e seus parentes jejuam com a certeza de que o poder está na abstinência de água e comida — jejum —; acompanhados de oração pelo oprimido ou endemoninhado. Nesse caso, o poder é do jejum.

Também lendo isto os Reformados ficam agitados, pois, segundo a doutrina da Graça Soberana de Deus não haveria razão para jejuar, já que o poder não procede de nenhuma mecânica humana ou humanamente ativada como poder. Nesse caso o jejum é o problema; pois, supostamente, estaria tirando o poder da Graça invisível e transferindo-o para algo que facilmente viraria fetiche e paganismo.

Os Católicos por seu turno, lêem o que Jesus disse e dizem: “Oba! O rito tem poder!” No caso deles o poder está no rito.

Já os que fazem uma leitura mais leve e psicológica do texto de Jesus tendem a pensar que Jesus estava apenas dizendo que em meio àquela confusão toda — gente observando, discípulos brigando, um pai gritando; e Pedro, Tiago e João vindos da Transfiguração meio surtados de grandeza — não era possível ter concentração para tratar aquele caso. Nesse caso, o poder que o jejum daria seria o do foco e da concentração.

Ora, olhando para o que estava acontecendo, não tenho como dizer o que Jesus queria dizer além do que Ele disse.

Então, como vejo este texto?

Vejo-o sem problemas. Sim! Porque tudo o que leio no Evangelho não é para mim objeto de nenhuma tentativa de criar uma lógica sistêmica e doutrinária sobre qualquer coisa.

Para mim, em certas circunstâncias, havendo renitência por parte de um espírito imundo, eu jejuo, como já o fiz dezenas de vezes na vida.

Isso mesmo; sempre, em tais casos, jejuei sem nenhum conflito teológico e doutrinário!

Alguém pode ver um discípulo de Jesus (nos evangelhos) querendo saber como conciliar aquela declaração de Jesus com qualquer que fosse o pacote doutrinário?

Ora, para os discípulos que ouviram aquilo, a única coisa que ficou foi o que Jesus disse: Se o demônio mostrar renitência em deixar a sua vítima, jejuem.

Assim, não desejaram saber como ficava a “Graça”, a “Soberania”, o “poder absoluto do nome de Jesus”; ou mesmo como ficaria, diante de tal fato da renitência de demônios ao nome de Jesus, a doutrina da vitória da Cruz sobre todo principado e poder.

Tudo bobagem inventada do 4º Século em diante!

Os discípulos não eram filhos do “Cristianismo” (como nós); e nem foram doutrinados pelos teólogos patrocinados por Constantino; e, dele para frente, doutrinados pelos “pais” do saber de Deus na “Igreja”.

Não! Os discípulos eram apenas gente simples.

Para eles Jesus era o poder; e, uma vez que eles mandassem um demônio sair em nome de Jesus, esperavam que saísse; porém, não tendo sido assim naquele caso, ficaram perplexos ante a impotência constatada.

Quando Jesus chegou do Monte da Transfiguração e repreendeu o demônio e este deixou sua vítima, ao acrescentar após isso que os discípulos não puderam expulsar o demônio por sua falta de fé, e que em razão disso deveriam sempre jejuar e orar — eles não “teologizaram”, mas apenas aprenderam que em tais casos assim se deve fazer.

Para eles tudo era Graça de Deus. Inclusive orar e jejuar a fim de expulsarem um demônio insistente. Eles simplesmente não tinham nenhuma de nossas tolas e presunçosas questões. Jesus era o Senhor e o Mestre, o Filho do amor de Deus, o Messias, Aquele de Quem o Pai dava testemunho; e, para eles, isso bastava.

Além disso, criam que o jejum e a oração eram um meio de Graça.

Sim! O poder era de Jesus; e, ante Jesus, nenhum demônio ficou renitente; mas, como eles não eram Jesus, sua mente e coração deveriam estar alinhados na fé e na consciência, a fim de que aquilo que era poder e meio de Graça sobre eles (o nome de Jesus), não tivesse seu poder limitado pela falta de fé ou pelo medo deles.

Portanto, quando ouviram Jesus dizer o que disse, certamente eles não pensaram na força daquele demônio insistente, mas na sua própria fraqueza e falta de fé.

Assim, não transferiram o problema para os demônios, e nem buscaram uma conciliação teológica a fim de jejuarem de modo doutrinariamente sadio no intuito de expulsarem o demônio.

Não! Aquilo lhes veio como sendo para eles. Sim! Aquilo lhes veio como instrução de verdade e de sabedoria da parte Daquele que sabe o que diz; e, portanto, para eles era assim que deveria ser; e não algo a ser discutido.

Desse modo, quando Jesus disse que certas castas de demônios não saem se não por meio da oração e do jejum, os discípulos simplesmente pensarem em si mesmos, em como seus corações tinham aprendido o rito de dizer “sai em nome de Jesus” (“… pelo teu nome os espíritos se nos submetem..”) — mas, assim mesmo, continuavam sem fé ante qualquer que fosse a renitência.

Mais tarde, muitos anos depois, Tiago, o irmão de Jesus, ao escrever a sua epistola, disse: “Resisti ao diabo e ele fugirá de vós”. Ora, esta frase de Tiago é o equivalente a “esta casta não sai se não por meio de jejum e oração”.

Jejuar e orar é resistir ao diabo até que ele fuja!

Além disso, em tais casos, jejuar e orar é o meio de Graça pelo qual o discípulo foca sua fé em Quem tem o poder; deixando, assim, pelo jejum e pela oração, as distrações que diluem a fé longe de suas mentes.

Tendo ainda caminhões a dizer, mas entendendo o limite dessa comunicação, apenas concluo afirmando que a instrução para jejuar e orar ante a resistência do mal, é algo que não deveria causar nenhuma pergunta; pois, ante o mal, o que o coração sabe que deve ser feito é tudo aquilo que signifique perseverança na verdade e no que é bom.

Assim, Ele disse: Ante a renitência do mal, não tenham medo; jejuem e orem; resistam o mal com fé; e, assim, ele fugirá de vós.

Alguma dúvida?

Nele, que disse o que disse, e o que disse é,

Caio

21/06/07

Lago Norte

Brasília
www.caiofabio.net

DEUS É QUASE TOTALMENTE AMOR?

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Posted on 16th abril 2008 by Roberto in Devocionais

Deus é amor, mas nós não cremos nisto de verdade. Nada poderia nos ser mais favorável. Todavia, parece que para muitos de nós não é. Deus ser amor!… assim… sem acréscimos… parece algo perigoso… e que é contra nós. Pelo menos contra os que controlam a cabeça dos outros, construindo uma “Idéia de Deus” para os que não “pensam e não entendem”, segundo eles próprios. Na realidade quase sempre quando ouço algum Teólogo ou Pregador confessar que Deus é amor, tal declaração se faz acompanhar de um “mas”. Sim, sempre há um “mas”, como se Deus ficasse incompleto sendo amor. Seria como se Deus fosse “somente apenas amor”. Por isso, em geral, quando se diz que Deus é amor, se acrescenta com um “mas também é”, que Deus é sempre relacionado a “justiça e santidade”… visto que os demais “atributos”, como eles designam—todo poder, todo saber, e todo ser-estar—, já parecem estar convenientemente bem definidos. Afinal, sem eles, não haveria “um Deus”. A impressão que me dá é sempre a de que se está tentando fazer Deus mais forte, mais parecido com a gente, que somos juizes e santarados, e somos aqueles sem os quais “Deus nada pode fazer na Terra”. Diz o Homem a Deus: Sem mim nada podes fazer! Eu sou a Videira, Tu és o Ramo! Ora, de repente apenas crer que “Deus é amor” deixa tudo livre, fora do nosso controle, sem a nossa ajuda ou necessidade, sem que tenhamos que nos preocupar com nada… E nem nos deixa ao menos o imperativo da vingança, da luta, da guerra, da defesa, da honra, da desonra, do juízo, da verdade comprovada, do saber vaidoso, da conquista gloriosa. Afinal, no amor, conforme ele mesmo, “sem amor… nada aproveita”. Mas “Deus é amor” soa fraco, romântico, desautorizador de despotismo, demolidor de juízos fixos, e parece elevar demais o padrão dos “fiéis”, tirando-os do espírito de juízo e religiosidade, para o nível do entendimento misericordioso, o que, para a maioria, é a tarefa mais desagradável possível. “Deus é amor, mas é também justiça e santidade”, dizem a fim de não deixar as coisas fáceis; ou pelo menos para não serem infiéis na descrição de uma Formula de Deus ou um Retrato Teológico de Deus. Pregadores e Teólogos são os que mais sofrem dessa necessidade de acrescentar um “mas” ao simples “Deus é amor” de João. Os teólogos, que são os alquimistas que estudam a formula da natureza da divindade, querem enuncia-la com clareza química aos alunos. Já os pregadores, que são os pintores do Retrato Popular de Deus, desejam apresenta-Lo de uma maneira a faze-Lo parecer semelhante a eles mesmos. Por essa razão Deus tem que ser injusto, exigente, impiedoso, e interessado em dinheiro. Ora, isto tem que ser assim porque simplesmente viver na graça do amor é um “caminho estreito” demais para as naturezas auto-justificadas, e, sobretudo, para aqueles que de fato nunca conheceram a Deus, que é amor. Isto apesar de pregarem em casamentos e dias mais poéticos acerca do “caminho sobremodo excelente”. Dessa forma, tanto o enunciado da “Formula Deus” quanto também o “Retrato de Deus” precisam se parecer com nossas formulas e nossos próprios retratos humanos: santidade de aparência e justiça perversa. Nós achamos que damos conta do recado da justiça e da santidade, e fugimos do amor. Para nós amor só serve para cantada, mas não é bom pra viver e conhecer. Todos temem o encontro arrebatador com o amor! Por isso, sempre há o tal do “mas”. Deus é amor. E Ponto Eterno! Jamais Parágrafo! Ele é amor, pois somente o amor é justo, posto que somente Aquele que é amor a tudo discerne, e, portanto, é também Ele mesmo Aquele que realiza a justiça como Justificação, visto que aquilo que já está Entendido, também já está Justificado no próprio amor que o discerniu. Só não justifica quem não viu com amor total, pois quem o fez, esse sempre encobre multidão de pecados. Deus é amor, pois somente o amor julga sem passionalidade, e a falta de passionalidade, sempre realiza, no mínimo, uma justiça elevadora, pois no amor de Deus a justiça faz melhor até o justiçado. E o amor regozija-se com a verdade. Ele é amor, pois somente o amor passa por todos os caminhos sem se poluir com nada, e sem deixar que seu curso seja desviado por qualquer que seja a tentativa, sendo, portanto, impoluível, e, indesviável; e, desse modo, Santo, Santo, Santo. O amor de Deus não se alegra com a injustiça, por isto jamais pune para sempre, pois, punir para sempre não é da natureza de Deus, posto que não é amor, visto que seria uma justiça sádica e uma alegria injusta praticar tal justiça, a menos que haja no tempo algum mal maior que o bem da eternidade. No amor não existe medo porque o amor triunfa sobre qualquer juízo. O amor tudo sofre, tudo crê e tudo suporta porque o amor já sabe o fim. O amor vence! Deus é amor! Ponto Eterno! Bem-aventurado quem nada tiver a acrescentar!
Caio 23/07/05
www.caiofabio.com

O que você acha do jejum?

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Posted on 16th abril 2008 by Roberto in Cartas

—–Original Message—–
From: O QUE VOCÊ ACHA DO JEJUM?
To: contato@caiofabio.com
Subject: Contato do Site : Confidencial

Mensagem: Pastor Caio: graça e amor! Há mais ou menos um ano atrás fui a uma serie de cultos onde senhor pregou, na minha cidade. Me recordo de uma experiência que o senhor contou de um episodio com um endemoninhado… quando em meio a um período de jejum de três dias—aqui em minha cidade—, que era como o senhor costumava estar durante as Cruzadas de Evangelização em que ministrava… Já o vi também falar sobre o quanto da vida perdeu quando o senhor deixou de ter tempo para si msmo…que era como conduzira o seu passado diante da vida de fé. E também vi fotos suas de quando era magro de tanto jejuar. Eu sou uma pessoa que particularmente tem um apreço especial pela busca em grandes proporções…se e que se pode mensurar…por horas a fio… Tanto em jejum quanto em oraçao…. Bem, a minha questão nesse momento é a seguinte: como o senhor vê hoje a busca através da oração e do jejum? e qual o tempo que deve dispensar? e como o senhor vê as igrejas frente a esse aspecto hoje em dia? Pessoalmente acho que deixamos esse bom e imprescindível costume e necessidade lá no passado… Obrigado desde já! Fico feliz por sua vida e obras…
Fabio
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Resposta: Meu amado: Paz! Jejum não é sacrifício, é sacro-ofício, e é prazer! Foi por isto que Jesus disse que ele deve ser praticado em “secreto”, pois fazê-lo em público é o caminho para a corrupção da devoção, pois vira show de santificação—é o caminho dos fariseus. Jejum deve ser a declaração do prazer da alma no silêncio, na quietude, na meditação e na curtição do ser de Deus. Jejum precisa ser carregado de amizade com Deus. O jejum do desespero acontece quando o desespero é maior que a necessidade de comer. Mas o verdadeiro jejum é como separar um tempo para gozar amores num lugar secreto, com o Deus de sua vida. Esse jejum faz falta. Nesse eu acredito. E creio que quando ele voltar a ser praticado muita coisa vai mudar na alma do povo. Todavia, tem que ser assim: discreto, apaixonado, silencioso, e amante de Deus. Tal prática enche o coração de gozo, sensibiliza a alma, e dá voluntariedade ao espírito. Quem come esse jejum alimenta-se de gratidão!
Um beijão, Caio
www.caiofabio.com